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História: O Século das Luzes e a Independência dos EUA

Nessa quarta-feira linda você vai ter uma aula ainda mais linda sobre O Século das Luzes e a Independência dos EUA com os professores William Gabriel e Renato Pellizzari! Confira os horários das aulas aqui embaixo e não se esqueça de baixar o material de apoio! o//

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História: O Século das Luzes e a Independência dos EUA
Turma da Manhã: 9:00 às 10:00, com o professor William Gabriel
Turma da Noite: 18:30 às 19:30, com o professor Renato Pellizzari

Faça download dos materiais, é só clicar aqui embaixo!

Material de Aula ao Vivo
Lista de Exercícios

MATERIAL DE AULA AO VIVO

Termos usados para descrever as tendências do pensamento e da literatura na Europa e em toda a América durante o século XVIII, antecedendo a Revolução Francesa. Foram empregados pelos próprios escritores do período, convencidos de que emergiam de séculos de obscurantismo e ignorância para uma nova era, iluminada pela razão, a ciência e o respeito à humanidade.
As novas descobertas da ciência, a teoria da gravitação universal de Isaac Newton e o espírito de relativismo cultural fomentado pela exploração do mundo ainda não conhecido foram também importantes para a eclosão do Iluminismo.
Entre os precursores do século XVII, destacam-se os grandes racionalistas, como René Descartes e Baruch Spinoza, e os filósofos políticos Thomas Hobbes e John Locke. Na época, é igualmente marcante a fé no poder da razão humana. Chegou-se a declarar que, mediante o uso judicioso da razão, seria possível um progresso sem limites.
Porém, mais que um conjunto de idéias estabelecidas, o Iluminismo representava uma atitude, uma maneira de pensar. De acordo com Immanuel Kant, o lema deveria ser “atrever-se a conhecer”. Surge o desejo de reexaminar e pôr em questão as idéias e os valores recebidos, com enfoques bem diferentes, daí as incoerências e contradições entre os textos de seus pensadores. A doutrina da Igreja foi duramente atacada, embora a maioria dos pensadores não renunciassem totalmente à ela. (…)

(fonte: historiadomundo.com.br)

1. O Marquês de Pombal, ministro do rei Dom José I, considerava os jesuítas como inimigos, também porque, no Brasil, eles catequizavam os índios em aldeamentos autônomos, empregando a assim chamada língua geral. Em 1755, Dom José I aboliu a escravidão do índio no Brasil, o que modificou os aldeamentos e enfraqueceu os jesuítas.
Em 1863, Abraham Lincoln, o presidente dos Estados Unidos, aboliu a escravidão em todas as regiões do Sul daquele país que ainda estavam militarmente rebeladas contra a União em decorrência da Guerra de Secessão. Com esse ato, ele enfraqueceu a causa do Sul, de base agrária, favorável à manutenção da escravidão. A abolição final da escravatura ocorreu em 1865, nos Estados Unidos, e em 1888 no Brasil.

Nos dois casos de abolição de escravatura, observam-se motivações semelhantes, tais como
a) razões estratégicas de chefes de Estado interessados em prejudicar adversários, para afirmar sua atuação política.
b) fatores culturais comuns aos jesuítas e aos rebeldes do Sul, contrários ao estabelecimento de um governo central.
c) cumprimento de promessas humanitárias de liberdade e igualdade feitas pelos citados chefes de Estado.
d) eliminação do uso de línguas diferentes do idioma oficial reconhecido pelo Estado.
e) resistência à influência da religião católica, comum aos jesuítas e aos rebeldes do sul.

 

Gabarito

1. A

 

LISTA DE EXERCÍCIOS

1. Os parágrafos que se seguem foram extraídos do documento “Declaração de Independência dos Estados Unidos”, assinado pela unanimidade dos representantes políticos das Treze Colônias, no Segundo Congresso Continental no ano de 1776.

“Quando no decurso da História do Homem se torna necessário um povo quebrar os elos políticos que o ligavam a outro e assumir, de entre os poderes terrenos, um estatuto de diferenciação e igualdade ao qual as Leis da Natureza e do Deus da Natureza lhe conferem o direito, o respeito que é devido perante as opiniões da Humanidade exige que esse povo declare as razões que o impelem à separação. (…)
(…) o Povo tem direito a (…) instituir um novo governo, assentando os seus fundamentos nesses princípios e organizando os seus poderes do modo que lhe pareça mais adequado à promoção de sua Segurança (…).”

http://www.infopedia.pt/$declaracao-de-independencia-dos-estados

Assinale a alternativa que corresponde corretamente ao conjunto de ideias e ideais relacionados à época histórica tratada pelo documento.
a) O liberalismo enquanto doutrina defendia a menor intervenção possível do Estado na condução política da sociedade.
b) O racionalismo científico renascentista atribuía ao homem o poder de conhecimento e intervenção tanto na natureza como na condução política das sociedades.
c) O nacionalismo partia do pressuposto de que a lealdade do indivíduo ao Estado-nação deveria estar acima dos interesses pessoais ou dos interesses de determinados grupos.
d) O Iluminismo defendia, de modo geral, a ideia de que o Estado deveria assegurar ao Homem o direito de expressar sua consciência de forma autônoma, bem como os direitos inalienáveis à vida e à busca da felicidade.
e) As doutrinas sociais emergentes do contexto da sociedade industrial pregavam a ampliação da participação política à classe operária, além de melhores condições de vida para a mesma.

 

2. “A revolução francesa consigna-se desta maneira um lugar excepcional da história do mundo contemporâneo. Revolução burguesa clássica, ela constitui, para a abolição do regime senhorial e da feudalidade, o ponto de partida da sociedade capitalista e da democracia liberal na história da França”.

SOBOUL, Albert. A revolução francesa. São Paulo: DIFEL, 1985, p. 122.

A grande Revolução Francesa, como outras revoluções burguesas do século XVIII, refletiu as ideias dos filósofos iluministas. Dentre as características a seguir relacionadas, assinale a alternativa que apresenta a base do Iluminismo.
a) A defesa da doutrina de que a soberania do Estado absolutista garantiria os direitos individuais e eliminaria os resquícios feudais ainda existentes.
b) A proposição da criação de monopólios estatais e a manutenção da balança de comércio favorável, para assegurar o direito de propriedade.
c) A crítica ao mercantilismo, à limitação ao direito à propriedade privada, ao absolutismo e à desigualdade de direitos e deveres entre os indivíduos.
d) A crença na prática do entesouramento como meio adequado para eliminar as desigualdades sociais e garantir as liberdades individuais.
e) A defesa da igualdade de direitos e liberdades individuais, proporcionada pela influência da Igreja Católica sobre a sociedade, por intermédio da educação.
3. A segunda lei de Newton, divulgada em 1687, é conhecida como a equação fundamental da dinâmica e sintetiza os fundamentos da mecânica clássica. Nela estão contidas as ideias que influenciaram a modernidade europeia. De acordo com essa lei,
a) a aceleração é uma constante universal, tal como demonstrado pelos avanços científicos necessários à Revolução Industrial.
b) a massa pode ser considerada permanente, tal como anunciado pela concepção do Iluminismo sobre os regimes absolutistas.
c) a resultante das forças é uma constante, tal como explicado pelos estudos renascentistas sobre a função da musculatura humana.
d) o movimento acelerado de um corpo uniformiza as percepções sobre o tempo, tal como exposto pela visão apocalíptica da Contrarreforma.
e) as forças podem atuar sobre os corpos, tal como indicado pelo princípio liberal que trata da atuação do mercado na economia.

 

4. O pensamento de Jean-Jacques Rousseau, fruto do Iluminismo do século XVIII, serve de base, até hoje, para a estrutura política de vários países democráticos ocidentais.
Sobre essa realidade, assinale a alternativa correta.
a) No pensamento de Rousseau, gesta-se a teoria do Estado Contratualista.
b) Os atuais regimes socialistas do ocidente condenam a propriedade privada com base nos textos de Rousseau.
c) A teoria da tripartição do poder é herança do pensamento de Rousseau.
d) A teoria contratualista foi desenvolvida por Rousseau na obra Origem da desigualdade social entre os homens.
e) Na obra Do contrato social, Rousseau defende a propriedade privada.

 

 

Gabarito

1. D
2. C
3. E
4. A