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15 filmes para você saber tudo sobre o romance no pós-modernismo!

Você sabia que várias obras do pós-modernismo viraram filmes?

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Literatura de Informação, Barroco, Arcadismo, Romantismo, Realismo, Naturalismo, Parnasianismo, Simbolismo, Pré-Modernismo, Modernismo, Pós-Modernismo e Tendências Contemporâneas… Eu sei, eu sei, é muita coisa para ler, fora as outras matérias e outras literaturas (portuguesa, africana de língua portuguesa, etc).

Vou te dar um refresco: que tal fechar o livro e ver um filme ou uma série?

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Se liga nas obras pós-modernas que viraram filmes e séries! Se eu fosse você, já colocava essa lista nos favoritos para não esquecer de ver nenhum filme!

A Hora da Estrela

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A Hora da Estrela, de Clarice Lispector. Direção: Suzana Amaral

Macabéa vive sem saber para quê. Depois de perder a tia, viaja para o Rio de Janeiro, aluga um quarto, emprega-se como datilógrafa e se apaixona por Olímpio de Jesus – que logo a trai com uma colega de trabalho.

Dona Flor e Seus Dois Maridos

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Dona Flor e Seus Dois Marido, de Jorge Amado. Direção: Bruno Barreto

Dona Flor e Seus Dois Maridos conta a história de Florípedes Paiva, que conhece em seus dois casamentos a dupla face do amor: como boêmio Vadinho, Flor vive a paixão avassaladora, o erotismo febril, o ciúme que corrói. Com o farmacêutico Teodoro, com quem se casa depois da morte do primeiro marido, encontra a paz doméstica, a segurança material, o amor metódico. Um dia, porém, Vadinho retorna sob a forma de um fantasma capaz de proporcionar de novo à protagonista o êxtase dos embates eróticos.

Fogo Morto

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Fogo Morto, de José Lins do Rego. Direção: Marcos Farias

Este romance regionalista mostra o declínio dos engenhos de cana-de-açúcar nordestinos e traça amplo perfil das figuras decadentes que giravam em torno dessa atividade econômica.

Gabriela, Cravo e Canela

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Gabriela, de Jorge Amado. Direção: Bruno Barreto

O romance entre o sírio Nacib e a mulata Gabriela, talvez a personagem mais sedutora criada por Jorge Amado, tem como cenário os anos 20, em plena luta pela modernização material e cultural de Ilhéus, então em franco desenvolvimento graças às exportações de cacau. O eixo da história é a relação delicada e complexa entre as transformações materiais e as ideias morais. Com sua sensualidade inocente, a cozinheira Gabriela não só conquista o coração de Nacib como também seduz um sem-número de homens ilheenses, colocando em xeque a férrea lei local que exigia que a a desonra do adultério feminino fosse lavada com sangue

Grande Sertão: Veredas

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Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa. Direção: Geraldo Santos Pereira e Renato Santos Pereira

Incidente em Antares

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Incidente em Antares, de Érico Veríssimo. Direção: Paulo José

O livro é dividido em duas partes. Na primeira, temos um panorama da situação política e social da cidade, os grupos políticos, a apresentação dos personagens e a revelação dos interesses de cada um. Na segunda parte, acontece o “incidente” do título da obra: uma greve geral em Antares, e, por consequência, uma paralisação total dos trabalhadores. Neste mesmo dia, 7 pessoas morrem e ficam insepultas porque os coveiros também entram em greve. À noite, os mortos levantam-se dos caixões e, reunidos, resolvem voltar a Antares para reivindicar seus direitos de sepultamento.

Memorial de Maria Moura

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Memorial de Maria Moura, de Rachel de Queiroz. Direção: Denise Saraceni

Esta é a obra mais conhecida da escritora cearense Rachel de Queiroz e conta a história de uma filha de fazendeiro que, após ficar órfã, não consegue fazer frente à cobiça do padrasto e dos primos com relação à propriedade das terras e resolve abandoná-las, acompanhada por alguns empregados que ainda lhe eram fiéis. Mulher de fibra e determinação, após passar uma série de privações no sertão, começa a liderar seus homens em roubos e saques, tornando-se uma respeitada fora da lei.

Memórias do Cárcere

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Memórias do Cárcere, de Graciliano Ramos. Direção: Nelson Pereira dos Santos

Memórias do Cárcere é o testemunho de Graciliano Ramos sobre a prisão a que foi submetido durante o Estado Novo. Uma narrativa amarga de alguém que foi torturado, viveu em porões imundos e sofreu privações provocadas por um regime ditatorial.

Menino de Engenho

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Menino de Engenho, de José Lins do Rego. Direção: Walter Lima Junior

O protagonista da história é Carlos. O livro se inicia com Carlos ainda criança, com apenas quatro anos, e relata a vida do mesmo ao lado dos pais. Os três primeiros capítulos falam da passagem da vida de criança para a vida de adolescente, retratando o drama vivido pelo menino cujo pai matou a mãe na sua frente e acabou indo para um hospício. Esta tragédia muda radicalmente a vida de Carlos.

Morte e Vida Severina

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Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto. Direção: Walter Avancini

Severino sai do sertão nordestino em direção ao litoral em busca da vida que escasseava em sua terra. Ao longo do caminho, mantém uma série de encontros com tipos nordestinos. 

O Quinze

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O Quinze, de Rachel de Queiroz. Direção: Jurandir de Oliveira

O título se refere à grande seca de 1915, vivida pela escritora em sua infância. O romance se dá em dois planos, um enfocando o vaqueiro Chico Bento e sua família, o outro, a relação afetiva de Vicente, rude proprietário e criador de gado, e Conceição, sua prima culta e professora.

São Bernardo

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São Bernardo, de Graciliano Ramos. Direção: Leon Hirszman

O livro conta a história de Paulo Honório, um homem simples, que, movido por uma ambição sem limites, acaba transformando-se em um grande fazendeiro do sertão de Alagoas. A obra traça o perfil da vida e do caráter de um homem rude e egoísta, do jogo de poder e do vazio da solidão, onde não há espaço nem para a amizade, nem para o amor.

Sargento Getúlio

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Sargento Getúlio, de João Ubaldo Ribeiro. Direção: Hermanno Penna

Sargento Getúlio é encarregado de levar um prisioneiro até Aracaju. Ocorre uma reviravolta política, e ele recebe a ordem de abortar a missão. Matador profissional que preza a palavra acima de tudo, Getúlio decide seguir adiante. O enredo é inspirado num episódio ocorrido na infância do escritor: um sargento, que recebera 17 tiros em um atentado na Bahia, foi conduzido com vida pelo pai de João Ubaldo até Aracaju.

Tenda dos Milagres

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Tenda dos Milagres, de Jorge Amado. Direção: Nelson Pereira dos Santos

Na “Tenda dos Milagres”, na ladeira do Tabuão, em Salvador, onde o amigo Lídio Corró mantém uma modesta tipografia e pinta quadros de milagres dos santos, o mulato Pedro Archanjo atua como uma espécie de intelectual orgânico do povo afrodescendente da Bahia. Autodidata, seus estudos sobre a herança cultural africana e sua defesa entusiástica da miscigenação abalam a ortodoxia acadêmica e causam indignação entre a elite branca e racista.

Vidas Secas

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Vidas Secas, de Graciliano Ramos. Direção: Nelson Pereira dos Santos

Em “Vidas Secas”, o autor se mostra mais humano, sentimental e compreensivo, acompanhando o pobre vaqueiro Fabiano e sua família com simpatia e uma compaixão indisfarçáveis. Além de ser o mais comovente dos livros de ficção de Graciliano Ramos, “Vidas Secas” é o que contém maior sentimento da terra nordestina, daquela parte que é áspera, dura e cruel, sem deixar de ser amada pelos que a ela estão ligados.

Partiu pipoca, refrigerante e filminho!