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Confira um mapa mental de pronomes incrível!

Menina usando óculos e sorrindo e segurando livros para ilustrar o texto sobre mapa mental pronomes

Você sabe o que são pronomes? Vamos conhecê-los um pouco melhor? A melhor forma da gente aprender sobre esse assunto é através de um mapa mental de pronomes. Essa técnica vai te ajudar a memorizar os principais pontos relacionados a esse tema.

Os pronomes são responsáveis por acompanhar, substituir ou fazer referência ao nome. Em termos morfológicos, são palavras variáveis em gênero (masculino/feminino) e número (singular/plural).

E quem quer mandar muito bem em uma redação, como do Exame Nacional do Ensino Médio, nada mais importante que dominar sobre essa classe gramatical da língua portuguesa. 

Bem, se seu desejo é conhecer melhor sobre este tema, fique tranquilo. No artigo de hoje, a gente, da Descomplica, vai explicar o que você precisa saber sobre os pronomes, suas regras, aplicações, classificações, entre outros assuntos. Você vem com a gente?

Os pronomes

Dentro do dicionário da língua portuguesa, a gente pode encontrar cerca de 10 classificações gramaticais que são muito recorrentes em nosso vocabulário. Entre elas, estão os pronomes. 

Mesmo que seja empregado recorrentemente, é um assunto que pode gerar muitas dúvidas sobre sua utilização, bem como suas regras. Se você faz parte dessas pessoas que se questionam muito sobre os pronomes, vamos acabar com isso agora mesmo, certo?

Dentre as classes, das dez existentes, seis delas são consideradas variáveis, ou seja, podem sofrer flexão quanto ao gênero, número e grau. E aí que começa a surgir muitas dúvidas e, na grande maioria das vezes, o uso correto deles.

Mas antes da gente avançar na explicação, vamos trazer alguns clássicos exemplos do uso de pronomes. Confira:

  • A menina é muito inteligente. Ela é a melhor aluna da turma.
  • A menina que é a melhor da turma é muito divertida.
  • Essa menina mora perto da minha casa.

Note que nas três fases acima, destacamos algumas palavras. Elas, no caso, são os pronomes que substituem substantivos. No primeiro caso, o pronome “Ela” dispensa a repetição do artigo “A” e substantivo “menina”.

No segundo caso, o pronome “que” faz referência ao nome, sendo um conectivo entre “A menina” e “a melhor da turma é muito divertida”. 

E, por fim, temos o caso do pronome “Essa”, que faz um acompanhamento ao nome e, posteriormente, fazendo a sua qualificação.

Parece confuso? Não, sem estresse. Basicamente, a gente pode resumir pronomes como a palavra que fica no lugar de um substantivo ou faz o acompanhamento dele. Dessa forma, o pronome consegue fazer uma retomada ou uma referência aos substantivos.

Por esse motivo, no primeiro exemplo, o pronome “Ela” fica no lugar do substantivo “A menina”. O seu principal objetivo é tornar orações menos repetitivas, sem a necessidade de ficar sempre trazendo o mesmo nome.

Função Gramatical

Bem, agora que você já sabe o que significa um pronome, a gente precisa entender melhor qual seu objetivo. Ok, no texto anterior é citado que a ideia é reduzir a repetição de uma mesma informação em um curto espaço.

Mas fica só nisso? Não, claro que não. Outra proposta é conseguir qualificar palavras expressas no texto, além de claro, diminuir a repetição de uma mesma informação, tornando o conteúdo confuso.

Quer um exemplo pra entender melhor? Em uma suposição, você se chama Pedro e escuta a seguinte fala dele:

“Vinicius é irmão de Pedro. Vinícius é estressado.”

Está bem, mas o porquê alguém falaria na terceira pessoa de si mesmo. E, pior, porque repetir logo na seguinte frase? Obviamente, ninguém fala assim. O correto a ser dito por Pedro, é:

“Vinícius é meu irmão. Ele é estressado”.

Veja bem, no caso, o substantivo foi adequado ao verbo “ser” em ambas frases, passando a ser os pronomes “meu” e “ele”. 

Dessa forma, o português fica muito mais objetivo. E, com isso, você deve estar se perguntando se existem só os pronomes “meu/minha”, “ele/ela” e alguns outros que foram utilizados no exemplo até aqui, certo?

Na verdade, no vocabulário português, existe uma lista enorme e com diversas classificações. No próximo tópico a gente vai falar melhor disso.

Classificação

Dentro da língua portuguesa, existe uma classificação distinta dos tipos de pronomes. Isto é, significa que eles podem ser usados em caso de substituição de um substantivo, mas isso precisa ocorrer de maneira que eles cabem naquele tipo de situação.

Pra complementar o conhecimento sobre eles, confira melhor os tipos existentes e alguns exemplos que ajude a entender.

Pronomes pessoais

Esse tipo de pronome é voltado pra designar diretamente pessoas envolvidas com a conversa. São divididos da seguinte maneira:

  • locutor/quem fala: 1ª pessoa, singular “eu” e “nós”, no caso do plural;
  • interlocutor/quem recebe a fala: 2ª pessoa, singular “tu/você” ou “vocês”, plural;
  • assunto/do que se fala: a 3ª pessoa, o singular “ela/ele” e plural, “elas/eles”.

Além da própria divisão, ainda temos uma subclassificação, podendo entendê-los como pronomes retos e oblíquos. Isso irá variar de acordo com a função que desempenham na oração. 

Em resumo, pronomes pessoais retos são aqueles que exercem a função de sujeito direto. No exemplo: “ele ouviu muito” o pronome “ele”, é o caso reto. 

Enquanto o oblíquo tem função de objeto de verbos, como se fosse um complemento. Veja só o exemplo parecido com o anterior: “ele me ouviu muito”. 

Aqui, “me” é um pronome oblíquo acompanhado com o pronome “ele”. Ou seja, um oblíquo sempre deverá vir acompanhado de algum pronome pessoal.

Pronomes possessivos

O nome já diz tudo, a ideia desses pronomes é demonstrar propriedade em um objeto. Em um dos exemplos que usamos, “Vinícius é meu irmão”. Ele também se aplica em casos de 1ª, 2ª e 3ª pessoa, tanto no singular como no plural. Alguns exemplos são: meu, seu, teu, nosso, seus, entre outros.

Pronomes demonstrativos

Quando a gente quer falar sobre a localização de algo, usamos pronomes demonstrativos, seja em relação ao tempo ou espaço. Uma boa dica é, se algo está próximo, usamos pronomes como: isto, este, esse, isso. 

Já quando algo está distante do locutor ou interlocutor, usamos na 3ª pessoa, que será “aquilo, aquele, aquela e outros correlatos”.

Pronomes indefinidos

Sabe as famosas indiretas nas redes sociais, como “Certa pessoa falou uma coisa de mim”. Veja que a palavra “certa” deixa um tom de indefinição? Então, isso é um claro exemplo de pronome indefinido. 

Em resumo, tudo que pode ser interpretado como modo impreciso ou genérico. Outros exemplos, são: algum, nenhum, muito, pouco, certo, vários, quanto, qualquer, alguém, etc.

Pronomes interrogativos

Outro pronome autoexplicativo, a ideia deste é destinada a perguntas. Por exemplo, “que horas você irá chegar?”, a palavra “que” oferece suporte pra formulação de perguntas, sejam elas diretas ou indiretas. 

Ainda outros exemplos de pronomes interrogativos, são: quem, qual, quais, quanta, quanto, quantas e quantos.

Pronomes relativos

E, por último, temos os pronomes relativos. No seu caso, o objetivo é ser mais direto na mensagem, substituindo palavras que geralmente deixariam a comunicação menos imprecisa. 

Dentre o grupo, está: onde, que, quem, o qual, a qual, os quais, as quais, quanto, quantos, cujo, cuja, cujos, cujas, quantas, etc.

E, pra resumir tudo, preparamos esse mapa mental pra você não esquecer nada. Afinal, os pronomes são os utensílios mais comuns pra construção de um determinado assunto. 

E aí, gostou do conteúdo que trouxemos? Então, que tal conhecer o cursinho preparatório para o Enem da Descomplica?