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Como utilizar o marketing para seu ecommerce ter mais resultados

Você que tem um projeto de loja virtual ou trabalha pra uma empresa de vendas online e busca melhorar sua performance, chegou ao lugar certo. Neste artigo, a gente quer te mostrar algumas coisas que estão por trás de estratégias de marketing para ecommerce, pra você não postar coisas sem um norte, sem alinhamento com seus objetivos.

Dropshipping, loja no Instagram, marketplace. Não importa: se é digital, a confusão com um marketing pobre, que só posta, posta e espera resultados, chega.

Portanto, continue a leitura pra se aprofundar um pouco mais e melhorar a eficiência das suas estratégias digitais, beleza?

marketing para ecommerce – gráfico com dados de acesso

Quais as melhores estratégias de marketing para ecommerce

Sua empresa não precisa estar em todas as redes sociais produzindo conteúdos freneticamente e sem objetivos (até porque isso custa caro).

O seu cliente é quem vai dizer onde investir em publicidade. O foco é agregar valor pra marca, certo? Então, faça ações que gerem essa percepção.

Levante informações, produza relatórios e busque, constantemente, compreender onde é que seu cliente ideal está.

De repente você está investindo muito em redes sociais quando o público-alvo está na mídia impressa… Ou o contrário, que é o cenário mais provável. Só que o mundo online é enorme, ou seja, você precisa testar.

Sendo assim, é muito difícil elencar estratégias pra ecommerce, pois o principal indicador é o nicho. Mas, de forma geral, investir em Facebook Ads e Google Ads é uma boa opção, desde que você mensure os resultados

Só assim você vai descobrir uma boa estratégia em detrimento de outra.

marketing para ecommerce – letreiro de led com as palavras “work harder”

A brand persona no marketing de vendas online

Antes de sair fazendo propaganda a torto e a direito do projeto em que você está trabalhando, certifique-se de uma coisa: a brand persona da empresa está bem representada? Ou, melhor ainda: você tem uma brand persona?

Talvez você conheça a buyer persona (ou só persona), que é um personagem fictício, com nome, sobrenome e outras características, que reflete o público-alvo da empresa.

Especialistas levantam dados de comportamentos, rotina, profissão e hábitos de clientes e criam um avatar como modelo, representando um cliente ideal.

A brand persona é o contrário. Trata-se da representação personificada da própria empresa. Talvez o case mais lembrado seja o da Lu do Magalu. A intenção do Magazine Luiza é causar mais identificação com o povo, portanto, criou perfis nas redes sociais pra Lu de forma que ela não virou apenas uma mascote.

Sabe a Via, holding que controla a Casas Bahia? Recentemente eles mexeram justamente nesse ponto, transformando sua mascote. Aquele menininho que só aparecia sorrindo nas campanhas se transformou, em 2020, no CB, que agora fala e toma conta das redes sociais da marca.

Ah, não precisa ser um personagem 3D, ok? A Netflix, por exemplo, expressa muito bem sua brand persona no SAC e na linguagem utilizada nas redes sociais. O mesmo vale pro Nubank.

marketing para ecommerce – fone de ouvido sobre fundo amarelo

Apresentando sua oferta ao público

A forma como seu produto ou sua solução chega ao mercado é ainda mais importante do que a qualidade da mercadoria em si.

Se você tiver em mãos algo extraordinário e não apresentar pras pessoas certas e da maneira apropriada, vai flopar. Seu concorrente pode ter algo até inferior ao que você produz, mas caso ele apresente corretamente, vai vender.

Solução

Já que estamos falando de “algo inferior” no que diz respeito aos produtos, vamos esclarecer uma coisa: você sempre deve buscar a excelência, tanto na execução do seu trabalho como no fruto dele (ou seja, o produto comercializado). Mas, a funcionalidade é mais importante do que tudo.

Garanta ter algo que seja útil e funcione bem. Deixar isso de lado, nem que seja só um pouco, e focar em outros pontos (como na estética) pode encarecer sua solução.

O outro extremo é retirar incrementações pra reduzir os custos e baixar o preço: se algo interfere nítida e negativamente na experiência do cliente, pense duas vezes.

Distribuição

Confira seus canais de distribuição e procure por problemas. Não pense que, se tudo está chegando ao destino, já é o suficiente, pois um planejamento eficiente reduz muitos custos.

Portanto, analise o traslado dos seus produtos com uma lupa, tanto pra procurar erros como pra descobrir oportunidades de melhoria.

Tudo bem, estamos falando de estratégias de marketing para ecommerce, não de logística. Só que está tudo interligado. Não adianta contratar o Neymar pra fazer propaganda no intervalo da final da Libertadores se você não garante que vai atender ao pico da demanda. E isso envolve a distribuição.

Envolvimento

“Maneiras de estimular a demanda”. Uma frase curta que traduz essa questão do envolvimento. Sabe quando um estabelecimento diz “publique uma foto com a hashtag da nossa empresa”? É uma forma de envolver as pessoas, mas não é só isso.

Comprar no ecommerce é uma experiência intangível até o momento em que a mercadoria chega na casa do cliente. Então pense no que pode tangibilizar a experiência de comprar em seu ecommerce. Se você enviar alguns mimos, por exemplo, seu cliente vai se sentir tentado a postar nas redes sociais.

Isso se, obviamente, ele gostar — daí a importância de conhecer que tipo de pessoa compra de você e do que se agradam.

Como, normalmente, estamos conectados a pessoas que compartilham dos mesmos gostos, quando outro indivíduo vir que o amigo comprou X e teve aquela experiência, tenderá a comprar do mesmo lugar.

Preço

Tenha a certeza de que o preço está diretamente relacionado ao valor, tanto do produto em si, como da sua marca. Tá liberado falar sobre a Apple pra abordar essa questão de preço? Ou já é uma tecla muito batida?

Seja como for, todo mundo sabe que seus produtos poderiam ser mais baratos. Mas não são, porque o que vale não é o hardware, é a maçãzinha. Ter qualquer periférico com a marca da Apple permite ao usuário fazer parte de um grupo seleto de usuários da marca.

Claro que tem muita qualidade e confiabilidade nisso, não basta criar qualquer porcaria e vender por um preço lá em cima que pronto, todo mundo vai querer porque é caro.

Primeiro, defina em que campo quer jogar, pra quem quer vender e que tipo de experiência está planejando pra eles. Depois, defina um preço que represente isso.

marketing para ecommerce – tela do celular com aplicativos de redes sociais

Marketing para ecommerce não é só postar

Não fique achando que só porque você tem uma loja online, o poder da internet vai te ajudar. Claro, o engajamento na web é enorme, mas se não houver uma estratégia pautada nos princípios do Marketing, é bola fora. Por mais digital que o mundo esteja, os conceitos mercadológicos anteriores ainda existem.

Por exemplo, acabamos de falar sobre solução, distribuição, envolvimento e preço no contexto de oferta ao público, certo? Pois bem, esses termos são, simplesmente, uma repaginada de Produto, Praça, Promoção e Preço — conhecidos como “os 4 Ps do Marketing”.

Então, planeje bem as suas estratégias de marketing para ecommerce, pois, como todo bom projeto, existe embasamento e aprofundamento. Essa profissão é riquíssima, portanto, se você gostou, dê uma olhada nos cursos de graduação da Faculdade Descomplica e torne-se um expert no assunto.