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Saiba tudo sobre gestão de aprendizagem e como aplicar

É tão legal quando o Descomplica traz um material explicativo aqui no blog! A gente fica radiante na hora de escrever, porque sabe da responsabilidade. Tá na nossa essência descomplicar as coisas (permita-me o trocadilho) e, agora, chegou a vez de falar sobre Gestão de Aprendizagem.

Bom, se você chegou até aqui é porque está com algumas dúvidas. É normal, dada a complexidade do tema. Não se ilude com o nome não. Pode parecer que gestão de aprendizagem é só um conjunto de vários afazeres pra uma escola funcionar, mas não é bem assim.

Justamente por isso é que não vamos defini-la logo de cara. Não tem como começar a falar de gestão de aprendizagem sem, antes, detalhar o entorno do assunto. Quer dizer… Até tem, mas isso só acabaria confundindo sua cabeça e esse não é o nosso jeito ninja de ser. Bora?

pessoa segurando livros e apostilas

O embasamento da gestão de aprendizagem

A forma como lidamos com as, digamos, rotinas administrativas escolares influencia na aplicação do ensino. Portanto, todas as diretrizes devem ter um background, um embasamento a considerar, enquanto toda a base deve priorizar a eficiência da aprendizagem.

— Calma aí que tá tudo indo muito rápido. “Diretrizes que precisam de background”, “embasamento na eficiência”… Ahn?

É, a gente já começou falando grego pra você entender que bater um papo sobre gestão de aprendizagem não é como explicar pra que serve um programa de computador. Mas, fique tranquilo: você está no Descomplica. Aqui, todo conhecimento é passado com leveza pra não deixar ninguém querendo pular da ponte.

Primeiramente, existe uma linha muito tênue entre a definição das palavras “ensino” e “aprendizagem”. Estão, sim, sob o mesmo tema, mas um bom ensino não garante aprendizagem. E digamos que esses dois termos são o alicerce de toda pessoa que trabalha com gestão de aprendizagem.

gestão de aprendizagem - pessoa segurando régua e caneta sobre o caderno

Diferença entre ensino e aprendizagem

Acompanhe o seguinte diálogo de WhatsApp:

— Pedro, aqui é o Lucas. Sua mãe tá te chamando.

O outro responde:

— Ok, estou indo.

Pronto, houve comunicação. Simples, não é? Harold Laswell, importante teórico da comunicação, estabeleceu todo o processo de transmissão de uma mensagem, que pode ser resumido em:

  • emissor (o Lucas);
  • mensagem (a mãe está chamando pelo Pedro);
  • meio (o WhatsApp);
  • receptor (o Pedro).

Ok, isso é o processo de comunicação. Mas a comunicação só acontece de fato se o Pedro compreender a mensagem. O que isso tem a ver com ensino?

Ora, o ensino é o conhecimento (mensagem) repassado pelo professor (emissor) em uma sala de aula (meio). Se os alunos (receptores) não compreenderem o ensinamento, não há comunicação… E consequentemente não há aprendizado.

Assim, entenda que se uma unidade escolar se limita a, simplesmente, montar as grades curriculares porque pensa que já é o suficiente… Bem, não é. Essa é a razão pela qual existe o tema que a gente está falando agora.

Nada é por acaso. Leve isso pra sua vida. Tudo tem um propósito. Então, compreenda que a gestão de aprendizagem possibilita que metodologias de ensino aconteçam com excelência.

Existem duas metodologias principais: passiva e ativa. Acompanhe!

gestão de aprendizagem - professor dando aula

Metodologia Passiva

A metodologia passiva de ensino você já conhece. É o sistema de ensino tradicional: um professor se posiciona à frente de 30, 50 ou até 100 alunos e… ensina. De fato, há uma estrutura de comunicação, uma vez que existe emissor, mensagem e receptor.

Porém, o receptor do conteúdo só ouve. Nesse episódio, houve o ensinamento. Mas, e quanto à aprendizagem? Ela é o objetivo principal de qualquer sistema de ensino.

Bem, a verdade é que muitas pessoas já questionam essa forma de transmitir o conhecimento. E com razão. Uma pessoa com quatro mestrados não necessariamente se traduz em boa professora. Ela tem nota dez de conhecimento, mas pode ter nota zero de retórica.

Nesse caso, ela manterá uma determinada quantidade de estudantes agonizando durante 50 minutos de aula. O conhecimento é importante? Sim. Ela tem propriedade pra falar sobre ele? Sim, afinal, são quatro mestrados. Os estudantes aprendem? Dificilmente.

E a gente explica o porquê citando William Glasser.

gestão de aprendizagem - pessoa escrevendo "learn something" no caderno

A Pirâmide de Aprendizagem, por William Glasser

Sim, o artigo é sobre gestão de aprendizagem. Mas continue a leitura atentamente que você vai ver como todas essas peças vão se encaixar.

Este homem estadunidense foi um mestre em psicologia clínica e doutor em psiquiatria que ficou famoso por seus estudos sobre saúde mental e comportamento humano. Ele criou a pirâmide de aprendizagem pra detalhar como a gente aprende as coisas. Ou melhor, o nível que retemos as informações.

É o seguinte: se você ler sobre a fórmula de Bháskara, vai aprender. Mas, só lendo, você não chega muito longe. Terá que ler muito (tipo, muito mesmo) pra pegar um papel em branco, desenhar um problema, aplicar a fórmula e resolver tudo. Dá pra fazer isso? Sim, da mesma forma que dá pra ir de São Paulo a Salvador de patinete.

A grande questão é o quanto você retém um conhecimento. No caso da leitura, ela é responsável por apenas 10% da aprendizagem. Os outros 90% estão divididos em outras ações, como discutir, observar, praticar, entre outros.

Sendo assim, a pirâmide que Glasser montou serve pra ilustrar (segundo suas próprias considerações) como as práticas atuam no processo de aprendizagem. Veja:

ilustração da pirâmide de aprendizagem, de William Glasser
Fonte da Imagem

De acordo com essa pirâmide, nós aprendemos um assunto:

  • 5% de ouvir falar;
  • 10% ao ler sobre;
  • 20% ao assistir materiais audiovisuais;
  • 30% observando;
  • 50% discutindo/debatendo sobre;
  • 75% praticando;
  • 90% ensinando.

As apresentações de seminário, que os estudantes tanto odeiam, se pautam no último item. Porém, não é tão simples assim, não basta só olhar pro percentual mais alto da pirâmide que a garantia de aprendizagem está feita.

Na verdade, usar um só item (no caso, o de ensinar) com muita intensidade é tão insignificante quanto não usar nenhum. Porque existem pessoas que não gostam de falar em público, nem de ensinar, mas são excelentes “aprendedores” só lendo.

É o caso da pessoa megainteligente, com os quatro mestrados, mas que não sabe lecionar. Surge, então, uma nova metodologia.

gestão de aprendizagem - pessoas desenvolvendo um projeto

Metodologia Ativa

Deram o nome de metodologia ativa, mas ela é tão “ativa” que não tem como a gente falar sobre sua origem e quem foram os pioneiros. A verdade é que toda forma de transmitir conhecimento que o priorize além do ensinamento pode ser considerada ativa.

Sabe por quê? Sempre que você vivencia uma experiência, você aprende. Deixa de ser passivo e passa a ser ativo porque é como se estivesse no campo de batalha. Um soldado, por exemplo, não sabe recarregar uma arma se nunca precisou fazer isso no meio de um tiroteio.

Na hora da ação, tudo é diferente da teoria branda. É por isso que existem os estágios: você aprende na sala de aula e até acredita ter tudo o que precisa, mas logo no primeiro dia de estágio acaba sabendo que nada sabe.

Portanto, tudo aquilo que coloca o conhecimento em prática visando que o aluno aprenda ainda mais, corresponde a uma metodologia ativa.

4 metodologias ativas de ensino

Você vai entender melhor vendo 4 exemplos de metodologias ativas.

1. Gamificação

Algumas empresas usam jogos em seus programas de capacitação de funcionários. Cada pessoa tem um login que, conforme vai passando de fase (leia “aprendendo”), sobe de nível e desbloqueia novos desafios.

Pra deixar o ecossistema personalizável, normalmente os sistemas permitem criar avatares. Isso causa uma identificação imediata no usuário, que não vai gostar de ver o seu personagem ficar atrás do avatar do seu colega de trabalho.

É interessante porque, além de fugir do padrão de conteúdo e prova, acrescenta o fator recompensa. Em sua Teoria da Escolha, Glasser diz que o interesse por aprender sempre corresponde a pelo menos uma das cinco necessidades básicas: sobrevivência, pertencimento ao grupo, liberdade, poder e diversão.

A gamificação trabalha o poder (quanto mais níveis, mais a pessoa se sente poderosa) e a diversão.

2. Sala de Aula Invertida

Em vez de o estudante ir à unidade escolar, sentar-se na carteira e esperar o conteúdo, esta metodologia o faz estudar a matéria sozinho, em casa. Depois, na sala de aula, todos compartilham o que aprenderam.

Nesse caso, o papel do professor é intermediar a discussão e guiar os alunos ao enfoque da disciplina.

3. Seminários

A gente já mencionou o que há por trás dessas apresentações em sala de aula. Tem a ver com a base da pirâmide, que indica 95% de eficácia na construção de conhecimento. Um seminário é, no final das contas, um ensinamento.

4. Ensino Híbrido

Se a palavra “híbrido” fosse uma empresa que lucrasse cada vez que alguém a pronunciasse, suas ações subiriam uns 900% desde o início de 2020. Hoje em dia todo mundo sabe o que é ensino ou trabalho híbrido por causa da pandemia.

Só que essa metodologia não é exclusiva a situações de isolamento social. Tudo o que for aprendido em sala de aula pode ser incrementado com experiências interativas.

Por isso, o ensino híbrido é uma ferramenta importante se for bem trabalhada (essa frase está diretamente relacionada à gestão de aprendizagem).

gestão de aprendizagem - gráfico desenhado em um papel

O que é Gestão de Aprendizagem

Ok, Brasil, finalmente chegamos ao assunto principal! Gestão de Aprendizagem é o ato de trabalhar a eficiência das estratégias pedagógicas na aplicação do conteúdo aos alunos. Ela deve mostrar se o aluno está seguindo o cronograma, avançando as etapas e, evidentemente, aprendendo.

Ou seja: ela existe pra escolher uma metodologia eficiente (de acordo com pesquisas sobre os alunos) e pra garantir que tudo aconteça conforme o planejado.

Até agora, a gente explicou as diferenças entre ensino e aprendizagem, falou dos tipos de metodologia de transmissão de conhecimento e mencionou a tal pirâmide de Glasser. Tudo isso pra mostrar no que a gestão de aprendizagem está pautada.

Liderar uma unidade escolar exige (leia de novo: exige) comprometimento com o aprendizado. Não basta só sentar atrás de uma mesa, abrir o notebook e organizar as cargas horárias das turmas.

O comprometimento precisa mover a diretoria rumo à excelência no aprendizado. E esse aprendizado é aquele verdadeiro, que vai além de uma “nota azul”.

Então, é fundamental ter noção de todos os elementos que mencionamos até aqui. A partir de agora, a gente vai usá-los como referências pra uma gestão de aprendizagem efetiva.

gestão de aprendizagem - pessoa colocando pins na parede

O processo de gestão de aprendizagem

O trabalho focado na administração da aplicação do conhecimento existe pra garantir que haja um bom aproveitamento dos estudantes, ou seja, que eles aprendam. E há um processo pra atingir este objetivo:

  1. diagnóstico educacional;
  2. definição de indicadores de sucesso;
  3. definição de metas;
  4. elaboração de estratégias;
  5. rotina de monitoramento e avaliação.

Não cabe a este artigo mostrar o bê-á-bá de cada item deste processo (por exemplo, o que compõe um diagnóstico educacional). Mas a gente vai dar um pequeno panorama sobre eles pra você saber sobre o que se trata.

1. Diagnóstico educacional

Primeiro, a equipe gestora precisa saber em que situação se encontra. É uma unidade escolar de ensino primário? Então, é fundamental fazer um levantamento sobre o nível de felicidade das crianças enquanto estão desenvolvendo as atividades.

Também é interessante alinhar o desempenho médio dos estudantes com alunos de países de referência na educação. Há disparidade? Se sim, em quais pontos exatamente?

2. Definição de indicadores de sucesso

Após descobrir o que desenvolver, é preciso definir os indicadores de sucesso. Se há menor aproveitamento médio nas aulas de língua portuguesa, o que indicaria que esse problema foi resolvido?

Simplesmente elevação nas médias de notas ou programas de desempenho em conjunto com outras escolas da rede (pra, assim, comparar e nivelar o aprendizado)?

Tudo precisa de esclarecimento, porque se não houver como mensurar o sucesso, não há como elaborar metas. Esse é o próximo ponto.

3. Definição de metas

Elaboração de um concurso de soletração, 50% do corpo estudantil inscrito nas oficinas de leitura, pelo menos um representante nas olimpíadas regionais de matemática… São só alguns exemplos de metas pra traçar.

4. Elaboração de estratégias

Com as metas definidas, é hora de criar as estratégias. Pegando o exemplo da meta de elevar o nível de proficiência em língua portuguesa através de concursos e gincanas, como estimular os estudantes a participar?

Só criar o concurso não significa que eles vão se inscrever. É preciso um incentivo. Que tal dar um prêmio pro vencedor? Isso pode motivar muitos a estudarem pro concurso e aprenderem no processo. Como saber se está dando certo? Monitorando.

5. Rotina de monitoramento e avaliação

Colocar uma estratégia em prática hoje e só monitorar os resultados a cada seis meses pode ser ruim. Claro, depende da estratégia, mas o fato é que deve haver uma rotina de monitoramento bem definida.

gestão de aprendizagem - pessoa segurando uma lâmpada

Os 4 âmbitos da gestão de aprendizagem

O objetivo de se trabalhar bem na definição das estratégias e da metodologia é proporcionar uma boa estrutura e suporte ao estudante, certo? As rotinas que buscam isso fazem parte da gestão de aprendizagem. Mas, de acordo com o Instituto Ayrton Senna, elas têm 4 âmbitos principais.

1. Aprendizagem

Bem, tanto este como o seguinte item, “ensino”, você já compreendeu. Aprendizagem é quanto o aluno entende verdadeiramente, em vez de decorar algumas coisas pra passar numa prova.

Conhecer esse indicador permite saber as dificuldades da equipe pedagógica, ao aplicar o cronograma, por exemplo, e, claro, dos alunos. Isso leva a tomadas de decisão que melhoram o processo.

2. Ensino

Você viu que ensinar é uma coisa e aprender, outra. Se na etapa de ensino não houver uma consideração a respeito dos processos de aprendizagem (definidos pela gestão), a comunicação fica ineficiente. Basta que o planejamento das aulas não esteja alinhado pro desinteresse dos estudantes surgir.

3. Rotina escolar

Todos os procedimentos que trazem à unidade escolar os recursos necessários pra excelência no processo de aprendizagem fazem parte da rotina. Isso significa que, de novo, não é só montar o cronograma das aulas e pronto. O planejamento deve elevar as taxas de aprendizado enquanto a rotina mantém tudo funcionando.

Por exemplo: garantir materiais didáticos, ferramentas (como projetores), bom ambiente (merenda, banheiros limpos, salas arejadas etc.) e tudo o que se alinha às estratégias elaboradas no processo de gestão de aprendizagem. O “acontecer” de tudo isso faz parte da rotina escolar.

4. Política educacional

Todo cidadão tem o direito de obter educação (e de qualidade!). As Secretarias da Educação e da própria escola devem se comunicar constantemente. “E o que elas vão ficar conversando o tempo todo?” Meu querido, acredite, muitas palavras precisam ser trocadas pra obtermos o nível minimamente satisfatório na educação.

Enfrentar esse desafio requer envolvimento e comprometimento de todas as frentes que atuam no processo de gestão de aprendizagem.

pessoa mexendo com gráficos na tela do notebook

Sistemas de gestão de aprendizagem (LMS)

Bom, toda boa gestão deve expressar indicadores que dizem se o aluno está aprendendo. E toda boa análise gera muitos dados. Trabalhá-los manualmente, como faziam antigamente, era algo complicado, passível de erro e com pouca eficiência.

Então, a tecnologia possibilitou a existência de sistemas de gestão de aprendizagem, os LMS (do inglês Learning Management System). São excelentes aliados na adaptação de transmissão de conhecimento aos meios digitais.

Através deles, os gestores elaboram tudo o que será passado aos estudantes: videoaulas, PDFs, jogos (lembra do gamification?), notas, chats, lista de tarefas e tudo o que compuser o ambiente digital.

Porém, LMS são mais do que simples liberadores de conteúdos. Eles expressam dashboards, indicadores de performance e dados qualitativos sobre cada estudante. Isso significa que são mais profundos do que planilhas do Excel e são ferramentas que devem acompanhar todo profissional da educação.

gestão de aprendizagem - alunos realizando atividades

Gestão de aprendizagem na educação infantil

Quando a gente fala sobre a aprendizagem dos pequeninos, o assunto é ainda mais sério. A importância é muito maior do que um bom aprendizado na capacitação de funcionários em uma empresa.

O ensino-base é composto por 14 anos. Entra uma criança por volta dos seus 4 anos e forma-se um jovem pronto pra iniciar a profissionalização, aos 18 anos. Quanto mais coisas dão errado nessa trajetória inicial, mais difícil fica a correção dessa trajetória.

É como num foguete: um desalinhamento na base o faz chegar a um destino indesejado. Assim, se esvai a chance de uma vida próspera e bem-sucedida. Parece bruto, mas é a verdade. A má notícia é que o nosso sistema de ensino é bem questionável.

Lembra das metodologias passivas? Vemos que ela vem sendo enfrentada, mas os resultados são muito inexpressivos. As metodologias ativas agradam os pequenos alunos, que se envolvem mais em determinadas atividades na escola. Porém, a avaliação por nota, conquistada numa prova, ainda é determinante.

A nota é algo ruim?

Claro que não. Ela é um indicador. A questão é: o que ela indica? Que o estudante aprendeu ou decorou algo? Não dá pra saber.

Portanto, o problema não está na nota, mas, talvez, no peso que ela tem. As metodologias ativas vêm, aos poucos, ganhando seu espaço. Isso fará muita diferença na educação infantil, já que manterá os alunos engajados.

É por isso que a gestão de aprendizagem nessa fase da vida carrega uma responsabilidade imensurável. Não só dos diretores de uma escola, mas dos agentes de todo o sistema. As crianças aprendem coisas que moldam seus caráteres, inclusive no âmbito comportamental.

A sensação de trabalhar por uma recompensa (estudar por uma nota) prepara a criança, o adolescente e o jovem pra rotina de trabalho. Mas, o que se busca são maneiras melhores, mais eficientes, de obter o mesmo resultado.

gestão de aprendizagem - aluno realizando atividade no notebook

Qual a importância da gestão de aprendizagem

Eficiência. É isso o que uma boa gestão busca. Quando um ensino gera aprendizagem, há eficiência. Do jeito que o sistema está agora, é eficiente? Ora, sim. É só olhar o que construímos como espécie.

Mas, é justamente olhando o que já fizemos até aqui que a gente percebe muitas coisas erradas no sistema de ensino. É aquela velha comparação: pegue uma foto de uma sala de aula antiga e veja que não há diferença em relação às atuais. Isso indica que o jeito como ensinamos está obsoleto.

Antigamente, o aluno não tinha voz. Hoje, ele é hiperconectado. Se o professor disser que o aquecimento global é balela, o estudante confronta. Ele tem a internet pra desmentir, instantaneamente, tudo o que ouvir de errado.

Isso significa que o jeito de dar aulas precisa mudar. É uma real necessidade. A gestão de aprendizagem tem papel fundamental na transição pra metodologias mais ativas.

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