Questão 133 da prova azul do segundo dia do Enem 2017
Para demonstrar o processo de transformação de energia mecânica em elétrica, um estudante constrói um pequeno gerador utilizando:
- -um fio de cobre de diâmetro D enrolado em N espiras circulares de área A;
- -dois ímãs que criam no espaço entre eles um campo magnético uniforme de intensidade B; e
- -um sistema de engrenagens que lhe permite girar as espiras em torno de um eixo com uma frequência f.
Ao fazer o gerador funcionar, o estudante obteve uma tensão máxima V e uma corrente de curto-circuito i.
Para dobrar o valor da tensão máxima V do gerador mantendo constante o Valor da corrente de Curto i, o estudante deve dobrar o(a)
- número de espiras.
- frequência de giro.
- intensidade do campo magnético.
- área das espiras.
- diâmetro do fio.
Gabarito da questão
Opção A
A resposta correta da questão 133 do segundo dia do Enem 2017 (caderno azul) é a alternativa A. Para variar o fluxo magnético no interior da associação de espiras, podemos mudar o valor do campo magnético (B), da área (A), do ângulo de giro (teta) ou o número de espiras (N).
Assunto
Eletromagnetismo
Magnetismo
Comentário da questão
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Comentário revisado em
Perguntas frequentes sobre esta questão
Qual é o gabarito da questão 133 do Enem 2017?
A resposta correta da questão 133 do segundo dia do Enem 2017 (caderno azul) é a alternativa A.
Por que a alternativa A é a correta?
A resolução completa da questão 133 do Enem 2017 está no comentário do professor, nesta mesma página: ele explica o raciocínio e por que as outras alternativas não servem.
De qual matéria é a questão 133 do Enem 2017?
A questão 133 do Enem 2017 é de natural-science.
Em qual prova caiu a questão 133 do Enem 2017?
Ela caiu no segundo dia do Enem 2017, caderno azul.
Onde encontro as outras questões do Enem 2017?
A prova completa do Enem 2017, com gabarito e resolução de todas as questões, está reunida em uma página só. Ver a prova do Enem 2017
Para variar o fluxo magnético no interior da associação de espiras, podemos mudar o valor do campo magnético (B), da área (A), do ângulo de giro (teta) ou o número de espiras (N). Como a questão pedia o dobro da d.d.p. induzida, sem mudar a corrente de curto-circuito, além de dobrarmos o fluxo, devemos dobrar também a resistência do material. Isso pode acontecer através da mudança do material, do comprimento ou da área de seção do fio. A única opção que satisfaz as duas condições ao mesmo tempo é dobrar o número de espiras, o que dobra a d.d.p. e a resistência do material ao mesmo tempo, o que mantém a corrente inalterada.