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Entenda tudo sobre Neurociência comportamental

A busca pelo entendimento de como nosso cérebro influencia nossas emoções é bastante antiga. No entanto, só recentemente que esse trabalho ganhou nome e mercado: é o caso da neurociência comportamental.

Longe de ser dedicada apenas ao aspecto clínico, esse trabalho lida diretamente com a relação entre os pensamentos e as ações. Ou seja, os profissionais dessa área têm bastante campo pra trabalhar, podendo se dedicar à pesquisa ou ao atendimento de pacientes.

Já pensou em seguir carreira estudando o comportamento das pessoas e a influência do cérebro nisso tudo? Então, a área de neurociência comportamental pode ser a melhor indicação pra você.

A seguir, aprenda tudo o que você precisa saber sobre esse segmento.

neurociência comportamental – profissional da saúde analisando raio-x do cérebro

O que é neurociência comportamental?

A neurociência comportamental é um dos cinco ramos da neurociência. O foco dela está em entender ao máximo o funcionamento do cérebro além de um órgão do corpo humano.

Dessa forma, é um trabalho que se baseia em conhecer melhor as emoções e pensamentos pra afetar positivamente como agimos. Ou seja, é a ponte entre o aspecto clínico do cérebro e como ele influencia na forma como as pessoas se comportam.

Esse é um conceito que existe há relativamente pouco tempo. Afinal, foi criado no final dos anos 1970 pelos cientistas Michael S. Gazzaniga e George A. Miller. Hoje, é uma área de pesquisa bastante vasta que gera oportunidades pra diversos tipos de profissionais.

neurociência comportamental – profissional da saúde conversando com paciente

O que exatamente um neurocientista faz?

Um profissional especializado em neurociência é responsável por tratar das diversas vertentes da relação do cérebro com as emoções. Ou seja, é um trabalho que vai além do aspecto clínico, passando também por outras áreas dependendo do ramo.

No caso da neurociência comportamental, o foco está na relação com a psicologia.

Então, o profissional trabalha com a relação entre os pensamentos e ações dos indivíduos. Isso se materializa na forma de pesquisas, ensino e também no atendimento de pacientes.

Entre as principais organizações que contratam neurocientistas comportamentais estão universidades, consultórios médicos, laboratórios de pesquisa e até órgãos governamentais.

Dessa forma, não faltam oportunidades pra quem se especializar nessa área.

neurociência comportamental – profissional da saúde mexendo no notebook

Como se formar em neurociência comportamental?

Um curso de neurociência comportamental geralmente é de especialização. Ou seja, é preciso ter uma graduação anterior pra se qualificar pra esse tipo de oportunidade.

Em alguns casos, elas precisam ser de cursos como Medicina, Psicologia, Farmácia e Bioquímica.

Ainda existem poucos cursos focados em neurociência no Brasil. No entanto, conforme a área se desenvolve e alcança mais popularidade, esse alcance também se torna mais fácil.

Por outro lado, isso também significa uma maior valorização de quem busca esse tipo de formação.

Também existem cursos de pós-graduação focados em aspectos mais específicos da neurociência, como é o caso da comportamental.

Essas opções costumam trazer disciplinas como aprendizagem, memória, neuropsicofarmacologia, entre outras.

Seguir carreira em neurociência comportamental é uma ótima forma de ingressar em um mercado altamente valorizado com poucos profissionais. Além disso, possibilita trabalhar diretamente com a relação entre os pensamentos e as ações, que é demanda de pessoas e empresas.

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