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Curso de Empreendedorismo grátis e com certificado

Procurando um curso de Empreendedorismo grátis? Empreender é uma tarefa complicada que envolve criar ou extrair valor. Por isso, passa por riscos e o contato com conhecimento pode ser uma forma de aumentar as chances de fazer um empreendimento dar certo.

Assim, os empreendedores podem lidar com tarefas como conceitualização, lançamento e gestão de um negócio. Mas ainda é preciso passar por uma série de barreiras. Por exemplo, a falta de financiamento, as crises econômicas, as variações de demandas e por aí vai.

No mundo da Economia, os empreendedores são apontados como as figuras capazes de transformar as invenções em produtos. Por isso, o termo faz sentido tanto pra empresas consolidadas quanto pra novos empreendimentos.

A ideia do texto é contar como o Empreendedorismo funciona e por que vale a pena apostar em um curso de Empreendedorismo grátis e com certificado. Partiu?

O que é Empreendedorismo?

O Empreendedorismo costuma ser associado às atividades dos donos ou gestores que tentam alcançar um bom resultado em termos de lucro, por meio de iniciativa e tomada de risco.

Assim, inclui algumas escolas de pensamento e aparece em vários campos acadêmicos. Por exemplo, Sociologia, Economia e História. Você já vai entender como esse rolê funciona.

Na abordagem funcionalista, o estudo se centra na figura do empreendedor. Desse modo, há a definição e a exploração de suas características. Já a abordagem processual foca no processo e deixa a individualidade em segundo plano.

Outra característica do empreendedorismo é o fato de envolver a identificação de uma oportunidade e a implementação dos recursos pra exploração.

Mas a ideia não é tão recente. O economista francês Jean Baptiste Say já trazia definições no século XIX, apontando o empreendedorismo como a transferência de recursos de uma área pouco rentável pra uma mais rentável. Por isso, empreender é algo possível, independentemente do tamanho da empresa.

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Quais são os mitos mais comuns da área?

O primeiro mito é o de que empreender é moleza por não ter chefe. Embora não haja cobranças diretas por um superior, a coisa não é tão diferente do mundo corporativo.

Isso porque, há uma série de obrigações a cumprir, como no caso dos funcionários. Por exemplo, com metas, pagamentos, prazos, reuniões e por aí vai.

Os empreendedores ainda são cobrados pelos clientes e pelo público, principalmente quando ganham notoriedade no mercado.

Outro mito comum é o de que o empreendedor não tem rotina. Apesar de ser possível definir os próprios horários, é preciso organização pra fazer a coisa dar certo.

Trabalhar de forma pouco disciplinada pode aumentar as chances de fazer o negócio afundar. Às vezes, a jornada de trabalho pode passar bastante das 8 horas diárias.

Um mito que costuma deslumbrar vários candidatos a empreendedores é o de que qualquer um que toca um negócio é rico. Isso não é verdade, já que é mais difícil enriquecer do que se endividar.

Como o Empreendedorismo funciona?

Você é do tipo que gosta de se arriscar? O Empreendedorismo tem a fama de ser aventureiro por depender de alguns critérios. Veja:

  • o primeiro é a existência de oportunidades pra transformar recursos e ter lucro;
  • o segundo, por sua vez, é a capacidade pra perceber essas chances;
  • já o terceiro, é a aptidão pra assumir riscos;
  • por fim, o quarto é a organização de profissionais e recursos.

Assim, o principal objetivo é a criação de valor. Mas a ideia é a recompensa mútua — sendo uma troca positiva pro empreendedor e pro comprador.

A partir do século XVII, o assunto passou a fazer parte da obra de vários economistas importantes. Por exemplo, o franco-irlandês Richard Cantillon, um dos fundadores da economia política, e o britânico Adam Smith, o pai da economia moderna.

Ainda assim, o assunto foi ganhar mais destaque no século 20, principalmente fruto de autores austríacos. Por exemplo, Joseph Schumpeter, Carl Menger, Ludwig Von Mises e Friedrich Hayek.

Aqui, foi definido o foco na inovação. Schumpeter, por exemplo, diz que o empreendedorismo põe em prática um “vendaval de destruição criativa”.

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O que você precisa saber sobre o assunto?

A primeira coisa que vale ter em mente é que o empreendedorismo é um comportamento. Esse é o ponto de vista do pai da administração Peter Drucker: o de que empreender é algo que pode ser aprendido e melhorado. Geralmente, empreendedores são pessoas que contam com algumas características.

Por exemplo, a persistência, a iniciativa e a coragem pra correr riscos. A capacidade de aprender rapidamente é outro ponto que pesa. Essa é uma das razões pelas quais os cursos livres de curta duração podem ser uma boa ideia. Aqui, não só a disponibilidade de alavancar os próprios pontos fortes importa, mas também a de delegar os pontos fracos.

Um exemplo que costuma ser lembrado é o Bill Gates. Embora o fundador da Microsoft seja extremamente competente em raciocínio lógico, tinha dificuldades com relacionamentos — deixando a tarefa pra outras pessoas.

O que o Empreendedorismo abrange?

Explorar oportunidades e empreender costuma envolver algumas ideias, como a criação de um plano de negócios, a contratação de pessoas, a inspiração de liderança, o uso de recursos materiais e por aí vai. Assim, a “destruição criativa” é uma forma de conseguir progressos, descontinuando indústrias antigas e inaugurando abordagens novas.

Embora você provavelmente associa o Empreendedorismo às empresas, a ideia não se resume a esse exemplo. Isso porque, o comportamento empreendedor existe em qualquer tipo de instituição. ONGs, setores do governo, organizações de caridade e grupos voluntários, por exemplo, também fazem parte.

Um curso de Empreendedorismo grátis faz parte do chamado “ecossistema de Empreendedorismo” — uma rede de organizações e pessoas que contribuem pra aumentar as chances de uma empresa dar certo. Além de instituições como a Faculdade Descomplica, fazem parte os investidores, os centros de pesquisa e as fundações de apoio.

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Quais são os modelos de empresa mais comuns por aqui?

O Empreendedorismo existe nas mais variadas formas. O informal, por exemplo, trabalha pra sanar a própria necessidade de sobrevivência. O individual, por sua vez, é parecido: a principal diferença é a formalização por meio do MEI.

Há os cooperados, que trabalham de forma intuitiva e se relacionam com cooperativas. Também existem os franqueados, apostando em um modelo de negócio já pronto no mercado.

Ainda, há o social, que produz pra fazer alguma diferença no mundo. Outro modelo é o corporativo, também chamado de intraempreendedor: investindo em novos projetos da empresa enquanto funcionário.

No setor governamental, há o público. Geralmente, um funcionário com comportamento empreendedor. Ainda existe o do conhecimento, que costuma usar a própria bagagem pra faturar.

Por fim, o do negócio próprio: é o tipo mais comum e o que as pessoas costumam associar mais facilmente à ideia de empreendedorismo.

Como o Empreendedorismo se desenvolveu?

O termo “empreendedor” apareceu pela primeira vez em um dicionário francês do século XVIII. Em alguns países, a palavra “aventureiro” aparecia com o mesmo significado.

Os economistas da Escola Fisiocrática já exploravam o assunto na época. Na obra de Cantillon, um dos que a gente citou no texto, a definição já revela traços como a obtenção de recursos e o risco.

Desse modo, o empreendedor é visto como um explorador de oportunidades. Say, outro citado, também associa os empreendedores ao desenvolvimento econômico.

Os cursos e as certificações pra empreendedores começaram a ganhar espaço no início do século XX. No Império Alemão, os artesãos precisavam do certificado Meister pra que pudessem empreender.

No Império Axante, os empreendedores mais destacados ganhavam reconhecimento público, sendo chamados de “Abirempon”, ou “homens grandes”.

Embora empreendedor seja um termo antigo, empreendedorismo é uma palavra do século XX. Depois dos fisiocráticos, o tema passou a ser debatido pelos economistas austríacos.

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Quais são os erros comuns dos empreendedores?

Embora não exista receita pra empreender, é comum encontrar alguns erros que os empreendedores cometem com frequência. Por exemplo, a aposta em negócios modinhas. Sabe quando todo mundo decide investir em um mesmo tipo de negócio? Então, isso é chamado de “efeito manada”.

Às vezes, surge um segmento novo que faz com que muita gente se empolgue com a aparente possibilidade de lucratividade rápida. Mas a promessa de enriquecimento fácil pode ser furada, né?

Outro erro comum é o investimento em negócios aleatórios. Isso porque, empreender pelo simples fato de ser empresário não costuma ser uma boa ideia.

O ideal é escolher um negócio que seja compatível com suas habilidades pessoais, valores e gostos. Não só a rentabilidade importa, como também a satisfação.

Por fim, evite entrar em terrenos desconhecidos. Se for fazer parte de um novo segmento, aposte em conhecimento — o curso de Empreendedorismo grátis entra aqui.

Como o empreendedorismo chegou ao que vemos hoje?

Pra economistas como o Schumpeter que a gente citou, o Empreendedorismo é o que criou boa parte dos setores que a gente conhece. Isso por meio da combinação de insumos.

Por exemplo, unindo a tecnologia de fabricação de vagões com as máquinas a vapor pra criar o automóvel. Assim, algumas melhorias incrementais deram origem à indústria automobilística que você conhece hoje.

Mas alguns microeconomistas discordam. Pra eles, o empreendedor é o agente da chamada “eficiência X”. Calma que você já vai entender esse rolê.

Esses autores acreditam que o empreendedor é o responsável por fazer com que a empresa use exatamente a quantidade de recursos que precisa pro nível de produção que quer.

Isso é chamado “eficiência X”. Simples, né? O empreendedorismo ainda deu mais passos no século XX. Assim, os empreendimentos na indústria começaram a produzir riqueza suficiente a ponto de os empreendedores ganharem influência enorme nos próprios países. É o caso dos oligarcas da Rússia e os milionários da China, por exemplo.

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Quais são os sinais de que você pode ser um bom empreendedor?

Está a fim de se jogar de cabeça no mundo dos negócios? Se você quer se aventurar no Empreendedorismo, existem alguns sinais de que empreender pode ser uma boa opção.

O primeiro é a ideatividade. Pense da seguinte forma: se as ideias vêm na sua cabeça e você pensa em novas soluções várias vezes, já tem alguns traços de empreendedor.

Outro indicador é a dificuldade de seguir regras e o hábito de transgredir inofensivamente — demorando pra se adaptar às normas da empresa que não concorda e propondo alternativas.

Gostar de ficar sozinho também é um sinal, já que as ideias empreendedoras costumam sair nos momentos de reflexão.

Não temer a derrota é outra evidência. O Empreendedorismo é uma atividade que favorece as pessoas que têm confiança nos próprios instintos e gostam de correr riscos. Mas como empreender pode ser uma tarefa exaustiva, saber o momento de dar uma pausa também é um sinal.

Quais são os tipos de Empreendedorismo?

Se você acha que empreender é uma tarefa pras pessoas que têm o lucro como principal meta, saiba que a ideia está fugindo um pouco disso. A razão é o surgimento de ramos como o Empreendedorismo Social. Assim, o foco se torna ambiental e humanitário.

Também há o Empreendedorismo Político, ligado às mudanças na sociedade. Mas você não precisa liderar uma organização e pode empreender até sendo funcionário de uma empresa. Esse conceito se chama “intraempreendedorismo”.

A ideia também varia de acordo com o tipo de organização e a energia criativa colocada no trabalho. Isso vai desde montar uma empresa simples até empreendimentos de grande escala — capazes de gerar empregos. Esses projetos mais ambiciosos podem depender de capital de risco ou investidores-anjo.

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Para empreender, basta abrir uma empresa?

Às vezes, “empreendedor” e “pequena empresa” são usados como sinônimos, né? Mas nem sempre as palavras são intercambiáveis. Embora os grandes negócios comecem como empreendimentos modestos, nem todos são empreendedores.

Isso porque, não têm objetivo de crescimento. No empreendedorismo, há o foco na inovação e a ideia de expandir a empresa de várias formas. Por exemplo, por meio da contratação de profissionais e da expansão das vendas por novos mercados.

Assim, o papel do empreendedor é a liderança e o entendimento dos vários pontos fortes ou fracos. Essa é a expansão que conta com o papel do financiamento, com a participação do capital de risco e dos investidores-anjo.

Por onde começar?

O primeiro passo pra empreender é se preparar. Isso passa por adquirir conhecimentos, contar com uma boa reserva e ter um plano de negócios. Aqui, você pode apostar em uma opção econômica como um curso de empreendedorismo grátis. O ideal é já contar com uma noção do mercado, dos clientes e dos produtos.

Por isso, vale apostar em algo que você entende e domina. Assim, se preparar ajuda a evitar erros como dar pouca importância ao fluxo de caixa ou iniciar um negócio com muitos sócios — já que dividem o lucro e colocam uma pressão alta em uma ideia iniciante.

Vale ter em mente que empreender é uma profissão como qualquer outra. Por isso, exige estudo — conheça alguns livros sobre o tema — e também tem a parte burocrática. Por exemplo, as reuniões, os contatos com o contador, a emissão de notas fiscais, o cuidado com documentação e por aí vai.

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Como é o Empreendedorismo Social?

Já ouviu aquele papo sobre responsabilidade social das marcas? Então, o Empreendedorismo social é tipo isso. Funcionam como negócios comuns, mas levando um propósito a sério. Geralmente, relacionado à transformação da sociedade ou do ambiente.

Isso costuma ser feito em contato com o chamado “Terceiro Setor” — contando, por exemplo, com o trabalho voluntário e as instituições sem fins lucrativos. A diferença é que as empresas do Empreendedorismo Social produzem lucro. Assim, partem de uma lógica capitalista pra promover mudanças.

Às vezes, é chamado “setor 2,5”. Isso porque é uma mistura entre o segundo setor, de empreendimentos que almejam o lucro, com o terceiro, de ONGs e voluntários. Assim, não funciona como uma área profissional, mas como um modelo de gestão de empresas.

Qual é o perfil de um empreendedor?

Alguns autores como o já citado Peter Drucker e o professor de economia Frank Knight associam empreender à tomada de risco. Por isso, costuma ser feito por pessoas dispostas a ter uma carreira e uma segurança financeira menos estável pra apostar em uma ideia.

Assim, lidam com a chamada “incerteza knightiana”: impossível de medir em termos estatísticos. Mas também é uma atividade de muito desenvolvimento, fazendo com que os gestores empreendedores tenham tomadas de decisão mais eficientes.

Outro ponto que faz parte da vida dos empreendedores é a capacidade de trabalhar em equipe. Desse modo, podem apostar em algumas estratégias pra fazer o empreendimento dar certo. Algumas delas são:

  • inovação;
  • coleta de feedbacks;
  • adoção da tecnologia;
  • otimização da gestão de talentos;
  • melhoria contínua;
  • uso de Business Intelligence;
  • e muito mais.
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Quais outros ingredientes fazem parte dessa receita?

Uma das relações mais estudadas é a de indivíduos e ocasiões favoráveis. O que isso quer dizer? Lembra daquele papo de que os empreendedores são bons em perceber oportunidades? Então, uma das perguntas que as pessoas passaram a se fazer é: “Por que algumas pessoas são capazes de identificar circunstâncias positivas e outras não?”.

Mas não só a busca por oportunidades pode mover os empreendedores, como a necessidade. Uma maior desigualdade econômica, por exemplo, costuma aumentar a participação do empreendedorismo.

Os empreendedores ainda contam com uma sensibilidade maior pra perceber os mercados mal atendidos. Uma divisão usada por alguns estudiosos é entre empreendedores “darwinianos”, “missionários” e “comunitaristas”.

Darwinianos, por exemplo, são competitivos e movidos pelo próprio interesse financeiro. Os comunitaristas, por sua vez, entendem as empresas como objetos sociais e se relacionam com uma rede de apoio. Já os missionários acreditam que as marcas são objetos políticos e tem ligação com causas importantes pra sociedade.

Por que apostar em um curso de Empreendedorismo grátis?

Embora muita gente não repare nisso, vale destacar: empreender é algo que se ensina.

Isso porque, existem vários assuntos importantes pros empreendedores que podem ser aprendidos em um curso grátis de Empreendedorismo. Por exemplo, noções de finanças, gestão de negócios, pesquisas de mercado e apresentações.

Até traços que parecem inatos podem ser aprendidos. Sabe aquele seu amigo que se comunica superbem? Então, mesmo que ele tenha uma predisposição natural, existem coisas que podem ser feitas pra estimular o relacionamento interpessoal em qualquer um.

Isso vale pra tudo que faz parte da vida dos empreendedores de sucesso e que parece ser inato: visão holística, liderança, tomada de decisão e muito mais. Assim, um curso de empreendedorismo grátis só tem a acrescentar.

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Como os cursos de Empreendedorismo grátis funcionam?

Os cursos livres são um modelo de ensino curto, atualizado, menos formal e mais rápido que as formações tradicionais. Costumam explorar assuntos mais específicos sem exigir o cumprimento de um longo número de horas. Por isso, também facilitam a vida de quem quer se desenvolver ou tirar uma ideia do papel.

A informalidade faz com que contem com algumas vantagens. Por exemplo, a não exigência de um nível específico de escolaridade. Pra quem ainda olha pro mercado de trabalho, os cursos são úteis graças à emissão de certificados. Esses podem aparecer no currículo, revelando o aprofundamento nas expertises profissionais.

Em algumas instituições, o curso é ofertado 100% online. Por isso, não há preocupação com o deslocamento e você pode aprender no seu próprio ritmo. A flexibilidade pinta entre os principais atrativos, já que você não vai precisar comprometer a agenda da sua semana.

Embora seja uma atividade mais prática, existem várias sacadas que podem vir de um curso de Empreendedorismo grátis. Isso passa pela Gestão Financeira, de Pessoas, de Projetos e por aí vai. Apesar de parecer uma atividade mais fácil, empreender exige o mesmo preparo de uma profissão tradicional.

Por isso, é uma tarefa que costuma corresponder aos perfis de quem se dá bem com riscos e não têm medo de lidar com a incerteza. A ideia é importante, já que muita gente abandona a segurança financeira pra apostar em um caminho menos estável. O aprendizado também se estende aos traços que parecem inatos.

Não basta evitar o efeito manada, escolher um negócio compatível com suas habilidades pessoais e apostar em um nicho que traga satisfação. Também é preciso se informar com conteúdo atualizado e de qualidade.

Por isso, o Descomplica disponibiliza Cursos Livres gratuitamente pra você estar por dentro de tudo. Tá esperando o quê? Vem estudar com a gente!