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Seres Vivos e Reino Animalia: de Anelídeos a Cordados, um resumo sobre animais desconhecidos (e outros nem tanto)

Os seres vivos do Reino Animalia

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Cordados e artrópodes estão entre os mais abundantes animais do planeta.

Já vimos os cinco primeiros Filos do Reino Animalia. A partir dos anelídeos, podem ser observados grupos ligeiramente mais complexos de animais, já apresentando, por exemplo, estruturas de um sistema circulatório. Por serem animais mais desenvolvidos, abundantes (os artrópodes, por exemplo, representam aproximadamente 80% do Reino Animal) e conhecidos, anelídeos, equinodermos, artrópodes e cordados têm grande chance de serem cobrados no ENEM. Dê uma olhada em um resumo aprofundado sobre estes quatro Filos!

Filo Annelida

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Entre os representantes deste filo, o mais conhecido é a minhoca.

Os anelídeos são animais com corpo cilíndrico e segmentado em anéis, subdivididos tanto interna quanto externamente. Seu corpo é organizado em uma série de segmentos dispostos em série linear, caracterizando metameria.

Apresentam simetria bilaterial, três folhetos embrionários (ou seja, triblásticos) e celoma (cavidade corporal) verdadeiro. São protostomados, ou seja, o blastóporo (uma abertura formada durante a fase embrionária de gástrula) origina a boca, e não o ânus. Dependendo de sua Classe, podem apresentar cerdas.

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Anelídeos podem ser divididos em poliquetos (muitas cerdas), oligoquetos (poucas cerdas) e hirudíneos (sem cerdas).

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Poliquetos são dotados, além de cerdas, de parapódios (falsos pés) na lateral de seu corpo.

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Embora sejam difíceis de ver, as minhocas (representantes mais conhecidos dos oligoquetos) possuem pequenas cerdas na lateral do corpo.

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Hirudíneos, como a sanguessuga, não apresentam cerdas no corpo.

São animais de vida livre, com ampla distribuição e ocupando diversos ambientes, sejam aquáticos ou terrestres.

Sua reprodução sexuada é variada, com espécies monoicas (ou seja, hermafroditas), apresentando fecundação cruzada, e dioicas (em que há diferenciação de sexo), apresentando fecundação externa com desenvolvimento indireto.

Filo Arthropoda

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Artrópodes são o Filo mais abundante do Reino Animal, representando um total de 80% da fauna. São um grupo extremamente versátil, adaptado de tal forma que passaram a dominar todos os ambientes, seja terrestre, marinho ou de água doce.

São animais triblásticos (dotados de três folhetos embrionários: endoderme, mesoderme, ectoderme), protostomados e metaméricos (ainda que a metameria seja menor evidente que em Annelida e, de certa forma, reduzida). Sua evolução está intimamente ligada à evolução dos vegetais, em especial as Angiospermas (plantas vascularizadas com semente capazes de formar flores e frutos), tendo em vista que muitos agem como polinizadores.

A principal característica do grupo é a presença de exoesqueleto, uma carapaça quitinosa que cobre o corpo do animal, protegendo-o da desidratação e servindo como uma “armadura”. A junção das placas deste esqueleto forma articulações, o que originou o nome do grupo, arthros (articulado) + podos (pés).

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O exoesqueleto é abandonado pelo animal durante seu crescimento, tendo em vista que essa carapaça não cresce junto ao artrópode. Esse processo é conhecido como muda, ou ecdise.

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Este é o gráfico esperado do crescimento de artrópodes, no qual o tamanho do corpo só aumentará no período pós-muda, estagnando novamente após a formação do novo esqueleto.

Os grupos mais característicos dos artrópodes são: insetos, aracnídeos, quilópodes, diplópodes e crustáceos.

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Esta tabela apresenta a morfologia e a fisiologia dos principais grupos de artrópodes.

A seguir, exemplos de animais de cada classificação:

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Classe: Insecta, uma mariposa da espécie ‘Graellsia isabellae’.

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Classe: Arachnida, uma aranha do Gênero ‘Latrodectus’.

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Subfilo: Crustacea, uma lagosta da Família Nephropidae.

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Classe: Diplopoda, um milípede da espécie ‘Anadenobolus monilicornis’.

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Classe: Chilopoda, uma centopeia da espécie ‘Scolopendra cigulata’.

Os insetos, em específico, podem passar por metamorfoses.

O exemplo mais conhecido de metamorfose completa é o ciclo de vida das borboletas: do ovo eclode a larva (lagarta), que formará a pupa (casulo) e, deste, emerge o adulto (imago, a borboleta, neste exemplo). Esse Imago é a fase sexualmente madura, que se reproduzirá e depositará ovos, continuando assim o ciclo. Esse desenvolvimento é conhecido como indireto, apresentando uma larva muito diferente do adulto, e, com isso, é conhecido como holometábolo (holo = total, metábolo = mudança).

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Exemplificado em imagens, o ciclo de vida de uma ‘Danaus plexippus’, uma borboleta-monarca.

Outros insetos, como gafanhotos ou baratas, apresentam fase juvenil semelhante ao adulto, mas desprovida de asas e ainda não madura sexualmente (ninfa). É o caso dos hemimetábolos (hemi = meio), que possuem metamorfose parcial.

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Ninfa de gafanhoto.

Outros insetos são completamente desprovidos de metamorfose, chamados ametábolos. Como exemplo, há as traças.

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Filo Echinodermata

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Os equinodermos são um dos únicos dois filos (junto a Chordata) que representam animais deuterostômios, ou seja, seres vivos em que o blastóporo origina o ânus. São animais exclusivamente marinhos; geralmente apresentam vida livre e simetria radial quando adultos (na fase larval, sua simetria é bilateral).

Uma característica exclusiva do grupo é a presença de um sistema ambulacrário/sistema aquífero, que auxilia na locomoção destes animais. Esse sistema funciona através de um conjunto de canais, pelos quais passa a água; a diferença de pressão produz movimentação.

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Apresentam um sistema nervoso radial (uma rede nervosa sem um órgão central, como por exemplo o cérebro), compostos por anéis nervosos ao redor da boca, que se estendem por cada “braço” do animal. Em geral, possuem espinhos, com funções protetoras e possivelmente locomotivas.

Majoritariamente, estes invertebrados são dioicos, ou seja, há diferenciação de sexo, com fecundação externa e liberação de gametas na água. Além disso, o poder de regeneração destes animais é notável; por exemplo, uma estrela-do-mar cortada ao meio poderia regenerar-se em duas estrelas, dado o devido tempo.

Entre seus mais famosos representantes, estão:

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Ouriço-do-mar.

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Pepino-do-mar.

Uma dica: se o nome vulgar inclui “do-mar”, altas chances de se tratar de um equinodermo.

Filo Chordata

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Cordados são um dos filos mais diversos presentes em Animalia. Seus seres vivos são caracterizados pela simetria bilateral, sistema digestório completo, tubo nervoso dorsal, presença de notocorda (bastão dorsal formado durante a fase embrionária dos cordados, funcionando como um eixo de sustentação, que vem a ser substituído pela coluna vertebral em Vertebrata), cauda pós-anal e fendas branquiais em pelo menos uma etapa de seu desenvolvimento (no caso de seres humanos, as fendas branquiais e a cauda somem durante o desenvolvimento embrionário).

São amplamente adaptados a todos os ambientes, conquistando plenamente o terrestre, e tendo sucesso também nos aquáticos, sejam marinhos ou de água doce.

Podem ser divididos em Urochordata (como as ascídias), Cephalochordata (como o anfioxo), e Vertebrata (vertebrados).

Urochordata

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Urocordados não possuem uma coluna vertebral, mas ainda são dotados de notocorda. Em sua maioria, são seres vivos sésseis, e recobertos por uma túnica de tunicina, uma molécula semelhante a celulose. São seres filtradores, e apresentam sistemas bem simples. Podem ser tanto assexuados quanto sexuados, com reprodução por brotamento nos assexuados.

 

Cephalochordata

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São seres vivos cordados marinhos e pequenos, que vivem soterrados no substrato. Sua notocorda é permanente e apresenta um tubo neural dorsal. Sua boca é envolta por estruturas que impedem a passagem de partículas demasiado grandes, e grande parte de sua digestão ocorre no meio intracelular. São valiosos no estudo da embriologia, tendo em vista que seu desenvolvimento embrionário inicial é comparável ao dos seres humanos.

 

Vertebrata

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Vertebrados são um grupo de seres vivos extremamente diverso. Compreendem os agnatos, peixes (chondrichthyes e osteichthyes), anfíbios, répteis, mamíferos e aves. São caracterizados pela presença de uma coluna vertebral e de um crânio, capaz de proteger o cérebro. Para um grupo tão extenso, é interessante examinar agrupamentos individuais.

 

  • Agnatha

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Agnatos são vertebrados desprovidos de mandíbulas. Essa Classe de seres vivos compreende lampreias (imagem acima) e peixes-bruxa.

Em geral, estes seres vivos não apresentam nadadeiras peitorais, e seu esqueleto é cartilaginoso, não havendo calcificação. Apresentam uma única narina e olho diferenciado. No caso das lampreias, sua alimentação se dá por parasitismo externo, ou seja, elas se prendem a peixes por sua boca repleta de dentículos e se alimentam do sangue. Apresentam fendas branquiais.

 

  • Chondrichthyes

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Esse grupo de seres vivos inclui os peixes cartilaginosos, como tubarões e raias. São peixes geralmente oceânicos, dotados de escamas que recobrem sua pele e de um esqueleto totalmente formado por cartilagem. Apresentam fendas branquiais laterais.

É interessante ressaltar que esses animais habitam ambientes marinhos, e que, por estarem sempre em meio hipersalino, precisam de mecanismos para garantir sua osmorregulação (controle do equilíbrio da concentração de sais e água). Para isso, contam com o armazenamento de excretas (ureia, ao contrário da esmagadora maioria de animais aquáticos, que excretam amônia) como forma de não perder água para o meio, através da manipulação de concentração de sais no meio intra e extracorpóreo.

Não são seres vivos dotados de bexiga natatória como os peixes ósseos (Osteichthyes), portanto, contam com seu avantajado fígado gorduroso para manter flutuabilidade.

 

  • Osteichthyes
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Peixe ósseo membro do Gênero ‘Anoplogaster’.

Os peixes ósseos (Osteichthyes) são peixes que apresentam esqueletos ósseos, ao contrário de Chondrichthyes, dotados de cartilagem. É a vasta maioria dos peixes, e são seres vivos extremamente abundantes, representando a maior biodiversidade dentre os vertebrados. É importante saber que esses animais apresentam arcos branquiais (responsáveis por sua respiração), um esqueleto predominantemente ósseo, excreção de amônia como principal excreta nitrogenada e uma bexiga natatória que os confere flutuabilidade.

Peixes que habitam ambientes de água doce e peixes que habitam ambientes marinhos apresentam diferentes formas de osmorregulação, sendo os peixes de água doce obrigados a eliminar grandes quantidades de urina extremamente diluída e não beberem água (tendo em vista o ganho constante de água pelo meio). Peixes de água salgada, por outro lado, eliminam sal de seu corpo de maneira ativa através de células especializadas, e bebem água salgada para evitar perda de água excessiva para o meio.

 

  • Amphibia

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Em Amphibia, começa a conquista do ambiente terrestre. É importante notar que ciclo de vida desses seres vivos é geralmente dividido em uma fase aquática e outra, terrestre: quando jovens, vivem em água doce, fazem respiração branquial e eliminam amônia como excreta principal; após sofrerem uma metamorfose, os anfíbios podem deixar a água e viverem em ambiente terrestre.

No entanto, essa superação não é total. Seres vivos deste filo apresentam um pulmão pouquíssimo eficaz, e precisam realizar respiração cutânea para auxiliar no suprimento de sua demanda gasosa. Isso significa que sua pele deve estar sempre úmida, e, com isso, não podem se distanciar totalmente de corpos d’água e aventurar-se em ambientes muito secos. Como ponto a seu favor, sua nova forma adulta permite a excreta de ureia, composto menos tóxico e menos solúvel, mais adaptado a uma vida terrestre.

Além do mais, sua reprodução ainda é totalmente dependente da água, tendo em vista que a vida dos imaturos é aquática. Sendo assim, a conquista do ambiente terrestre por parte dos anfíbios é apenas parcial.

 

  • Répteis

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É nos répteis que começa a verdadeira conquista do ambiente terrestre. Assim como seus antecessores (agnatos, peixes e anfíbios), são animais ectotérmicos (temperatura corporal dependente do meio externo), e desenvolvem a estrutura do ovo com casca e âmnio, que permite sua independência do meio aquático para reprodução.

Seus pulmões são mais eficientes, permitindo o abandono da respiração cutânea, o que por sua vez permite que a pele destes seja revestida por fortes escamas impermeáveis, que impedem a perda de água para o meio. O esqueleto destes seres vivos é completamente ossificado.

  • Mammalia

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Mamíferos são seres vivos caracterizados pela presença de glândulas mamárias (que produzem leite para o filhote) e presença de pelos em alguma fase de seu desenvolvimento. Uma característica interessante do grupo, compartilhada apenas pelas aves, é a endotermia, isto é, acapacidade de manter a temperatura do corpo constante, proveniente do metabolismo acelerado destes animais.

Em sua maioria, são seres vivos obrigatoriamente vivíparos (desenvolvimento interno com retirada de nutrientes da mãe pelo filhote), com pulmões eficientes (alveolares) e dentição difiodontes (duas dentições ao longo da vida).

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Crânio humano infantil, evidenciando os “dentes de leite” e a dentição definitiva.

  • Aves

As principais características das aves são sua endotermia (capacidade de regular a própria temperatura, devido a um alto metabolismo), presença de penas, membros modificados em asas, bico córneo e ossos pneumáticos, adaptação esta voltada para o voo.

O principal a saber destes seres vivos são suas adaptações voltadas para o voo, característica marcante do grupo (ainda que alguns grupos tenham perdido a capacidade de voar, ou apresentem severas limitações no ato). Primeiramente, é interessante ressaltar o desenvolvimento das penas, que auxiliam na aerodinâmica (como as penas das asas) e no equilíbrio (penas da cauda), facilitando o voo do animal. Os ossos pneumáticos, ocos, dotados de orifícios que permitem passagem de ar, conferem resistência e leveza ao esqueleto desses seres vivos.

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Esquema diferenciando um osso humano de um osso de águia. Nota-se o quão mais denso é o osso dos humanos, mamíferos.

Seus pulmões são dotados de sacos aéreos, que, ao inflarem, diminuem a densidade do animal, permitindo maior facilidade para o voo. Seu esterno é expandido, formando uma quilha, abrindo espaço para a inserção de músculos peitorais mais desenvolvidos e capazes de movimentar as asas, apêndices geralmente adaptados ao voo. A ausência de uma bexiga urinária também auxilia em reduzir o peso das aves, e resulta em constante eliminação de fezes junto a ácido úrico (excreta nitrogenada das aves).

 

Exercícios

1. (FURG) O filo Arthropoda é o mais diversificado do planeta, com mais de um milhão de espécies catalogadas e apresenta grupos com características morfológicas bem definidas. Com relação aos grupos apresentados abaixo, relacione as características correspondentes:

  1. Crustacea (crustáceos)
  2. Arachnida (aracnídeos)
  3. Insecta (insetos)
  4. Chilopoda (quilópodes)
  5. Diplopoda (diplópodes)

(  ) Possuem cabeça, tórax e abdome, três pares de patas, um par de antenas, excreção por túbulos de Malpighi.

(  ) Possuem cefalotórax e abdome, geralmente cinco pares de patas, dois pares de antenas, excreção por glândulas verdes ou antenais.

(  ) Possuem cabeça e tronco, dois pares de patas por segmento, um par de antenas, excreção por túbulos de Malpighi.

(  ) Possuem cabeça e tronco, um par de patas por segmento, um par de antenas, excreção por túbulos de Malpighi.

(  ) Possuem cefalotórax e abdome, quatro pares de patas, antenas ausentes, excreção por túbulos de Malpighi e glândulas coxais.

A sequência correta, lida de cima para baixo, é

a) 3, 1,  5, 4 e 2.

b) 3, 1, 4, 5 e 2.

c) 2, 3, 4, 5 e 1.

d) 4, 1, 5, 2 e 3.

e) 5, 2, 3, 4 e 1.

 

2. (UNIFAL) Considere as seguintes afirmativas:

I. O peixe-boi não é peixe nem é boi; é um mamífero que vive exclusivamente na água.

II. O cavalo-marinho não é cavalo nem mamífero, mas um tipo de peixe ósseo marinho, cujo macho abriga os filhotes antes do nascimento.

III. O lírio-do-mar não é nenhum tipo de planta, mas um invertebrado marinho do mesmo filo das anêmonas ou flores-do-mar.

IV. O piolho-de-cobra não é inseto e não vive sobre cobras, mas é um artrópode de corpo alongado, com numerosos pares de patas.

V. O ornitorrinco tem focinho parecido com bico de pato e não é ave; apesar de ser mamífero, não tem útero e bota ovos.

VI. O esquilo-voador não é mamífero, pois não apresenta glândulas mamárias; nem é uma ave, pois não tem asas com penas.

VII. A cobra-cega não é cobra nem outro tipo de réptil, mas um anfíbio vermiforme e ápodo.

Estão incorretas apenas as afirmativas:

  1. a) II e V.
  2. b) III e VI.
  3. c) IV e VII.
  4. d) I e V.

 

3. (FUVEST) Os artrópodes têm o corpo revestido por um exoesqueleto, que limita seu crescimento. Dessa forma, eles sofrem mudas periódicas ou ecdises, que consistem na substituição do exoesqueleto antigo e rígido por um novo e flexível, que permite o crescimento do animal. Entre os gráficos apresentados a seguir, assinale o que melhor representa o crescimento de um artrópode ao longo de sua vida.

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GABARITO

1. A
A primeira afirmativa diz que o corpo do animal é dividido em cabeça, tórax e abdome, e que este apresenta três pares de pernas e um par de antenas, características evidentes de Insecta, opção 3. Sendo assim, a questão fica entre A e B. A terceira afirmativa cita que o corpo é dividido em cabeça e troco (características de Chilopoda e Diplopoda) e dois pares de pernas por segmento (característica de Diplopoda), formando assim 3, 1, 5. A única alternativa que bate é letra A.

 

2. B
O lírio-do-mar é um invertebrado do Filo Echinodermata, enquanto as anêmonas pertencem ao filo Cnidaria. Já o esquilo-voador é um mamífero, dotado de glândulas mamárias, pelo, entre outras características evidentes destes seres vivos.

 

3. C
O crescimento destes seres vivos é limitado por um exoesqueleto quitinoso. Sendo assim, eles só podem crescer nos períodos imediatamente posteriores a muda, e o gráfico C) mostra isso perfeitamente. Ocorre a muda, o artrópode cresce e forma um novo exoesqueleto; seu crescimento para, ele sofre outra muda, cresce e forma um novo exoesqueleto… em outras palavras, seu crescimento é aos saltos.