Para fechar o ciclo dos Tribunais Regionais Federais, eu me inscrevi para o certame da 3ª Região. Este edital foi muito aguardado. Desde janeiro, penso nesse concurso.

Nos dias que antecederam a viagem, confesso que fiquei com a sensação de borboletas na barriga. Mesmo estudando muito e sem parar, fica sempre a sensação de que podemos fazer
mais. A vontade de vencer faz isso com a gente, por melhor que seja o nosso emocional. E tem sempre que ter um susto!

O INÍCIO DA JORNADA

Na ida, saí muito cedo de casa, mas peguei um tremendo engarrafamento, pois havia um acidente na estrada. Graças a Deus, cheguei a tempo ao aeroporto. Foi uma loucura!

Cheguei à encantadora cidade de São Paulo, fiz um lanche no aeroporto e fiquei aguardando a Aline, colega que se hospedou comigo. Dessa vez, não viajei sozinha, tendo compartilhado a experiência com uma concurseira que conheci quando fiz o concurso do TRF da 4ª Região em Curitiba. Foi muito bom, pois ela me incentivou muito e deu ótimas dicas.

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Assim que encontrei a Aline, almoçamos e fomos para o hotel estudar. Havia muito para revisar! Muitos prazos e pegadinhas estavam nos esperando. Passamos o dia todo nessa atividade e fomos dormir cedo. A cabeça estava a mil, mas conseguimos descansar.

O DIA DA PROVA

De manhã, acordamos, tomamos café e estudamos mais um pouco até a hora de almoçar. Cuidei de pedir minha refeição às 10:30 para garantir que até o meio dia estaria pronta, afinal, eu precisaria sair cedo.

São detalhes muito importantes com os quais devemos nos preocupar.

Depois de almoçar, ainda estudei mais um pouco, pois a comida chegou às 11h. Como eu já fui militar e, às vezes, almoçava nesse horário, não foi estranho comer tão cedo. Além disso, eu precisava fazer a digestão – e sentir o corpo amolecer – antes do horário da prova e não quando ela estivesse acontecendo.

O TRANSPORTE

Íamos para a local do concurso de carro, mas desistimos porque o valor do aplicativo ficou muito alto por conta da tarifa dinâmica.

Acabamos indo de metrô, que foi a melhor decisão possível. Enquanto andávamos nas mediações da universidade São Judas, bairro da Mooca em São Paulo, onde fizemos a prova, percebemos que nos livramos de um engarrafamento.

Bem, chegamos quando os portões se abriram e eu cuidei de ir logo garantir minha carteira de canhoto. É muito desconfortável passar diversas horas torta em uma mesa para destros. As universidades e escolas disponibilizam muito poucas para nós, canhotos.

A PROVA

Sobre a prova, posso dizer que estava enorme e difícil. Havia questões que, mesmo com todo o meu estudo, não saberia dizer qual resposta é a certa. Apenas sei que não deu tempo nem de piscar: eu não fui ao banheiro, lanchei ou bebi água. Usei o tempo inteiro para resolver as questões e preencher os cartões.

Foi tudo tão intenso, que faltavam 10 (dez) minutos para o fim do tempo e eu comecei a copiar meu gabarito (já havia preenchido os cartões). Só que comecei a copiar errado. Notei o erro e comecei a corrigir, só que o tempo acabou e eu não pude concluir o que havia começado.

Então, não pude conferir o gabarito. Terei que esperar até o resultado final.

RESUMO DA ÓPERA:

Eu aprendi com essa experiência que preciso investir mais tempo em fichas de revisão de prazos e pegadinhas. Percebi, também, a necessidade de treinar simulados para ficar ainda mais rápida no dia “D” e ter tempo de copiar minhas respostas para poder conferi-las em casa.

CONVERSE COMIGO

Se você quiser conversar comigo sobre essas e outras questões, siga-me no Instagram
@concurseiro.solitario. Será um prazer!

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