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Descubra agora quais são as cinco forças competitivas de Porter e para que elas servem!

O mundo mudou, mas os responsáveis pela mudança ainda são os seres humanos. Por isso, apesar de hoje as regras serem diferentes, o espírito de conquista é o que continua mandando no mercado por meio de cinco forças competitivas.

Pelo menos de maneira simplificada, é possível olhar pro mercado a partir dessa ferramenta de análise estratégica e tomar decisões inteligentes em relação a um negócio. Mas que ferramenta é essa? O que são essas cinco forças competitivas?

É isso que você vai descobrir neste artigo. Continue a leitura pra entender como essas forças atuam e por que vale a pena trabalhar planos de ação com base em suas análises. Confere aí!

Quais são as cinco forças competitivas de Porter?

Quais são as cinco forças competitivas de Porter?

Ao analisar a ferramenta de gestão SWOT, que mede forças, fraquezas, oportunidades e ameaças de uma empresa, Michael Porter encontrou alguns problemas. Isso o levou a propor uma análise geral do mercado a partir de cinco forças competitivas.

Basicamente, o objetivo era esclarecer as condições de atuação de um negócio de maneira ampla, coisa que a análise SWOT não podia fazer.

Dessa forma, o método de avaliação ficou conhecido como “as cinco forças de Porter”, e têm ajudado empresas de diversos setores a se posicionarem diante de um cenário mais esclarecido.

1. Rivalidade entre concorrentes

Quando a gente pensa em sociedade de mercado pra abrir um negócio, a primeira estratégia de análise que surge é medir o nível de competitividade do setor. Essa é uma das ideias mais básicas pra avaliar oportunidades, a rivalidade entre os concorrentes.

Mas a verdade é que essa é só uma das condições de um nicho. Prova disso é que tem muito empreendedor buscando nadar no tal do blue ocean (oceano azul, em tradução livre), ou seja, um nicho com alta demanda, mas pouca concorrência.

Isso quer dizer que, quando a gente fala de competitividade, segundo Porter, é preciso considerar detalhes mais gerais daquele meio de atuação. Com certeza a rivalidade entre concorrentes é um deles, mas não é o único.

2. Ameaça de novos players

Outra força competitiva, e até bem parecida com a rivalidade entre concorrentes, é a ameaça de novos players. A diferença é que esses danados surgem praticamente do nada.

Com a internet, então, isso virou até moda: uma startup atrás da outra disputando grandes financiamentos e mudando completamente o rumo da economia. 

Por isso, uma empresa que se preze precisa avaliar as brechas por onde entram novos competidores, e isso não é fácil. Muitas vezes, uma inovação, que não podia ser prevista, é suficiente pra abrir as portas pra toda uma nova onda de empreendimentos. 

Frequentemente, essa entrada de novos players significa uma transformação das regras do setor — isso quando não simplesmente acaba com toda a indústria. Como aconteceu com o aluguel de filmes depois da Netflix e os serviços de streaming.

3. Ameaça de produtos substitutos

Por falar em Netflix e aluguel de filmes, outra força de Porter é justamente esta: a ameaça de um produto substituto. Assim como os novos players, é muito difícil prever quando uma mente brilhante vai ter uma ideia disruptiva, tornando produtos comuns obsoletos.

Ultimamente, isso tem acontecido muito com os modelos de negócios digitais, que facilitam tanto o uso e distribuição de um produto ou serviço que a maneira antiga de comprar e consumir se torna completamente dispensável.

4. Poder de barganha dos fornecedores

Das cinco forças competitivas, o poder de barganha dos fornecedores é, pra algumas empresas, uma das maiores pedras no sapato que existem. Afinal, a empresa não tem muito o que fazer, porque depende desse parceiro.

Mas quando o mercado de fornecedores é limitado, a empresa corre o risco de ser sequestrada pelos parceiros, que monopolizam o fluxo de desenvolvimento de todo o setor, controlando a distribuição, prazos e até mesmo a atuação de seus dependentes.

5. Poder de barganha dos clientes

A última das cinco forças competitivas de Porter é o poder de barganha dos clientes. Assim como os fornecedores, alguns clientes também podem ter muito poder sobre uma empresa.

De fato, isso não é muito comum, especialmente no mercado mais amplo que todo mundo conhece. Mas já pensou naqueles parafusinhos especiais de peças únicas de algum equipamento? Ou robôs específicos de determinada indústria? Quem cria isso?

Pois é, alguém tem que criar. Com certeza uma empresa. Mas como não há muita demanda, os principais clientes desses negócios acabam ganhando um poder de barganha incrível sobre ela.

Conhecendo essas forças de atuação, é possível investigar com cuidado o cenário de determinado setor e, assim, tomar decisões inteligentes em uma empresa. Mas vale dizer que a ideia não é compreender a economia, apenas contextos gerais de um negócio.

Geniais as cinco forças competitivas de Porter, né? Que tal se aprofundar nessas ferramentas e descobrir como ser ume especialiste em diagnósticos de negócios e indústrias? Então, conta com os cursos do Desco. Vem, que é só sucesso!