Adam Smith via o açougueiro e o padeiro não só como indivíduos buscando seus interesses financeiros, mas como pessoas moralmente motivadas dentro de uma sociedade. A base da moral era a empatia e o julgamento, instaurando uma distinção entre o que queremos fazer e o que sentimos que devemos fazer.
COLLIER, P. O futuro do capitalismo. Porto Alegre: LP&M, 2019.
O texto mostra que, para Adam Smith, o lucro não deve vir apenas do interesse próprio, mas de uma conduta ética e empática com a sociedade. Isto é assim porque, segundo o autor defende, na busca pelo lucro gera-se um bem geral para a sociedade e não apenas a satisfação de um desejo individual. Por isso, o lucro está ligado à responsabilidade moral.