Resumo: Revolução Inglesa I

01/08/2017 Má Dias

Hey, meus guerreiros,

Como andam os estudos? Hoje, nós vamos falar sobre a Revolução Inglesa, com um resumo tirado do site Mundo Vestibular!

Vamos que vamos!

A Revolução Inglesa do século XVII representou a primeira manifestação de crise do sistema da época moderna, identificado com o absolutismo. O poder monárquico, severamente limitado, cedeu a maior parte de suas prerrogativas ao Parlamento e instaurou-se o regime parlamentarista que permanece até hoje. O processo que começou com a Revolução Puritana de 1640 e terminou com a Revolução Gloriosa de 1688.

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As duas fazem parte de um mesmo processo revolucionário, daí a denominação de Revolução Inglesa do século XVII e não Revoluções Inglesas. Esse movimento revolucionário criou as condições indispensáveis para a Revolução Industrial do século XVIII, abrindo espaço para o avanço do capitalismo. Deve ser considerada a primeira revolução burguesa da história da Europa j´pa que aconteceu 150 anos antes da Revolução Francesa.

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A Vida Social Antes da Revolução Inglesa

Com a Dinastia Tudor, a Inglaterra teve muitas conquistas, que serviram de base para o desenvolvimento econômico do país. Os governos de Henrique VIII e de sua filha Elisabeth I trouxeram:

  • A unificação do país;
  • o afastamento do Papa;
  • confisco dos bens da Igreja Católica;
  • criação do anglicanismo;
  • ingresso na disputa por colônias  com os espanhóis.

Foi com esses monarcas que também surgiu a formação de monopólios comerciais, como a Companhia das Índias Orientais e dos Mercadores Aventureiros. Isto serviu para impedir a livre concorrência, embora essa ação tenha sufocado alguns setores da burguesia, o que resultou na divisão da burguesia de um lado – grandes comerciantes que gostaram da política de monopólio –  e de outro a pequena burguesia que queria a livre concorrência.


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Entre os grandes problemas da época estavam  a detenção de privilégios nas mãos das corporações de ofício  é a situação problemática na zona rural, com a alta dos produtos agrícolas as terras foram valorizadas. Isso gerou os cercamentos, isto é, os grandes proprietários rurais queriam aumentar suas terras expropriando as terras coletivas, transformando-as em particulares.

O resultado foi a expulsão de camponeses do campo e a criação de grandes propriedades para a criação de ovelhas e  produção de lã, condições imprescindíveis para a Revolução Industrial.

Para não deixar o conflito entre camponeses e grandes proprietários aumentar o governo tentou impedir os cercamentos. Claro que com essa ação a nobreza rural, Gentry (a nobreza progressista rural), e a burguesia mercantil foram fortes oponentes.

Para Entender a Revolução Inglesa

Parece complicado, mas para entender a revolução inglesa é preciso, primeiro, entender uma pouco mais sobre a Dinastia Stuart.

Dinastia Stuart

Esta dinastia iniciou-se após a morte da rainha Elisabeth I, em 1603 que ao morrer sem deixar herdeiros, promoveu o início da Dinastia Stuart.

Jaime I, rei da Escócia (1603-1625). Dissolveu o parlamento várias vezes e quis implantar uma monarquia absolutista baseada no direito divino. Por isso, perseguiu os católicos e seitas menores, sob o pretexto que os mesmos estavam organizando a Conspiração da Pólvora (eliminar o Rei), em 1605.

Muitos  que ficaram descontentes começaram a ir para a América do Norte. Os atritos entre o Rei e  o Parlamento se intensificaram , principalmente depois de 1610. Em 1625, houve a morte de Jaime I e seu filho Carlos I, assumiu o poder.

Carlos I, sucessor de Jaime I (1625- 1648). Tentou continuar uma política absolutista e estabelecer novos impostos, mas acabou impedido pelo parlamento. Em 1628, com tantas guerras, o Rei viu-se obrigado a convocar o parlamento, que ao juramento da “Petição dos Direitos” (2º Carta Magna inglesa) garantia à população contra os tributos e detenções ilegais.

O parlamento queria o controle da política financeira e do exército, além de regularizar a convocação do parlamento. A resposta real foi bem clara, a dissolução do parlamento que voltaria a ser convocado em 1640. Carlos I governou sem parlamento, mas ele buscou o apoio da Câmara Estrelada, uma espécie de tribunal ligado ao Conselho Privado do Rei. Também tentou impor a religião anglicana  aos calvinistas escoceses (presbiterianos), gerando rebeliões por parte dos escoceses que invadiram o norte da Inglaterra. Com isso, o rei  viu-se obrigado a reabrir o parlamento em abril de 1640 para obter ajuda da burguesia e da Gentry.

No entanto, o parlamento tinha mais interesse no combate ao absolutismo e acabou fechado novamente. Em novembro do mesmo ano foi convocado de novo. Desta vez ficou como o longo parlamento, que se manteve até 1653.

Se você ainda tiver ficado com alguma dúvida, confere o vídeo abaixo do nossos professor de História, Pellizzari, explicando essa matéria para você entender a Revolução Inglesa de vez! Aproveita também para conferir o post Revolução Inglesa II e e bons estudos! 😉

Má Dias

Má Dias escreveu 1605 artigos

0 Comentários para este artigo

  • Nadanao
    16/05/2012

    vai toma no cuuuuu eu quero saber como ficou o poder monarquico apos a revolucao glotiosa

    • fernanda
      23/10/2013

      Muito interessante,apesar de quem escreveu não ter concluído nessa mesma página.Acredito que precisa ser um poco melhorado esse texto ,dá sempre para melhorar.Procurem ir mais afundo no texto ele está muito vazio ,(em conteúdo).

  • MARCOS
    16/07/2012

    MAIS OU MENOS SO PQ NAO TERMINO A HISTORIA…

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