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O que é psicodiagnóstico e como atuar na área?

Você sabe o que é psicodiagnóstico e conhece as peculiaridades dessa área? Então, confira o nosso artigo e veja como essa avaliação psicológica se dá!
porDescomplica| 24/09/2021

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Você já ouviu falar sobre o que é psicodiagnóstico e sabe qual é o seu principal objetivo?

Pra começo de conversa, é possível conceituá-lo, em termos simples, como um processo de avaliação que tem o intuito de reconhecer e de avaliar as queixas que pacientes apresentam a profissionais geralmente com formação em psicologia ou psiquiatria.

A partir de então, o objetivo passa a ser identificar a presença e o desenvolvimento de possíveis distúrbios psíquicos pra que a formulação de hipóteses diagnósticas passe a ser viável.

Mas quais são as suas etapas? Quais são os tipos de psicodiagnóstico e os testes normalmente aplicados?

Muitas são as questões levantadas sobre essa modalidade de avaliação psicológica e, por essa razão, a ideia da gente é abordar da forma mais dinâmica e didática possível as principais informações sobre essa análise e acerca de como é possível atuar nesse campo.

Bora continuar a leitura e ficar por dentro?! 😉

o que é psicodiagnóstico – parede de prédio com a pergunta “How are you, really?”

O que é psicodiagnóstico de fato?

Em suma, complementando a introdução, a gente pode entender o psicodiagnóstico como uma avaliação psicológica que analisa o comportamento, os costumes, os sintomas e/ou sinais de indivíduos que buscam atendimento.

Diante disso, há um estudo mais aprofundado sobre esses elementos com a finalidade de chegar a um diagnóstico.

Pra tanto, porém, profissionais com formação em psicologia ou psiquiatria aplicam variadas abordagens e, dentro delas, testes diversos — sobre os quais falaremos mais à frente.

O fato é que a finalidade desse processo é funcionar como uma comprovação que confirme as hipóteses inicialmente levantadas.

 mão escrevendo com uma lapiseira

Quais são as etapas que o compõem?

Esse processo clínico costuma apresentar certa flexibilidade no seu formato de aplicação e pode sofrer modificações de acordo com quem o faz.

Contudo, em regra, algumas etapas consideradas indispensáveis são as que o compõem.

A seguir, falaremos um pouco a respeito delas.

Entrevista inicial

Basicamente, é aquele primeiro contato estabelecido entre paciente e profissional.

Geralmente, acontece em uma clínica ou em um consultório e, nessa primeira fase, serão realizadas perguntas direcionadas a indivíduos em atendimento, por exemplo, sobre a sua visão de mundo e acerca da sua forma de pensar.

É, em termos gerais, o momento de profissionais ouvirem seus pacientes. Nesse estágio inicial, já é viável reconhecer alguns eventuais sintomas presentes.

Levantamento das primeiras hipóteses

Logo após esse contato inicial, parte-se pro momento em que especialistas “cogitam”, ainda de maneira inicial, algumas possibilidades em se tratando do quadro clínico desses pacientes.

É fundamental destacar que essa etapa exige uma grande cautela, pois acontece uma primeira “associação” de condutas e sintomas a possíveis distúrbios e transtornos. Trata-se — pode-se assim dizer — do ponto de partida.

Firmação de um “contrato”

Naturalmente, o psicodiagnóstico não se dá do dia pra noite, então, há um período durante o qual diversas empregam-se abordagens e técnicas, assim como realizam testes.

Em seguida, após terem uma base do lapso temporal demandado pra tanto, especialistas propõem tais termos a seus pacientes, com o estabelecimento, por exemplo, de responsabilidades e direitos que serão observados por ambos.

Sendo assim, entende-se esse estágio como o momento em que se firma um “contrato”.

Definição do plano de análise

Após tal estágio, é chegado o momento de planejar o que será feito, de que forma tudo se conduzirá e qual será o cronograma que o tratamento seguirá.

Essa fase é definida em conjunto aos pacientes, levando em conta a sua disponibilidade, já que é essencial que compareçam a todas as sessões, levando o processo com seriedade.

Aplicação dos testes

Essa é a etapa em que se pode dizer que o psicodiagnóstico efetivamente tem início.

Isso porque, já começa a ser feito o uso de procedimentos que visam a viabilizar a avaliação de pacientes, considerando condutas, sinais mais expressivos e demais peculiaridades que possam indicar a presença de algum distúrbio e/ou transtorno de origem psíquica.  

Avaliação dos dados coletados e interpretação

Por fim, no estágio final, reúnem-se todas as informações coletadas para analisá-las de forma bastante criteriosa. Então, ocorre a interpretação e, por fim, chega-se a uma conclusão, que, nesse caso, é o diagnóstico de fato.

o que é psicodiagnóstico – mão segurando caneta sobre caderno, livro ao lado

Quais são os tipos de avaliação psicológica?

É fundamental destacar que, em se tratando de avaliação psicológica, os tipos são os mais variados e a sua aplicabilidade depende, principalmente, do fim a que se destinam.

Entre as mais comuns, a gente pode citar as avaliações:

  • psicopedagógica (geralmente aplicada quando há dificuldades escolares em crianças e jovens nessa fase da vida);
  • das competências intelectuais (intimamente ligadas à inteligência);
  • psicopatológica;
  • da personalidade;
  • neuropsicológica.

Essa variação acontece porque, comumente, quem é encaminhado pra um psicodiagnóstico pode apresentar:

  • problemas no processo de ensino-aprendizagem;
  • quadros de agressividade;
  • dificuldades de se relacionar com as pessoas ao entorno e muito mais. 
o que é psicodiagnóstico – pessoa sentada em um sofá com a mão no rosto

Quais são os testes psicológicos geralmente aplicados?

Em primeiro lugar, antes mesmo de abordar os testes psicológicos comumente aplicados, é interessante destacar uma diferença que existe — e da qual poucos têm ciência — entre o psicodiagnóstico e a avaliação psicológica.

Embora ambas sejam procedimentos colocados em prática por profissionais com formação em Psicologia ou Psiquiatria, é interessante destacar que o psicodiagnóstico é um tipo de avaliação psicológica.

Ou seja, pode-se dizer, então, que a avaliação psicológica seria o gênero, e o psicodiagnóstico, por sua vez, uma de suas “espécies”.

Entendida essa distinção, a gente vai partir pros testes psicológicos aplicados durante esse processo e sobre os quais já falamos no decorrer deste post.

Via de regra, a aplicação se dá conforme as queixas de indivíduos que procuram esse tipo de atendimento (ou de um eventual encaminhamento), podendo abarcar:

  • observação comportamental;
  • entrevistas com familiares;
  • técnicas projetivas;
  • jogos, desenhos e contação de histórias (geralmente aplicados a crianças) etc.
o que é psicodiagnóstico – pessoa segurando um chapéu de formatura

Como se dá a formação em psicodiagnóstico?

Geralmente, o curso de formação em psicodiagnóstico é, na verdade, uma pós-graduação voltada pra profissionais com graduação em Psicologia e que estejam em busca de atualização ou ampliação de conhecimentos nas áreas de avaliação psicológica e psicodiagnóstico.

Usualmente, a duração do curso é de 390 horas e, pra profissionais que já atuam na área e encaram uma rotina corrida, a opção de estudar a distância é uma alternativa.

Desse modo, você pode até fazer as provas na modalidade EaD, o que viabiliza a conciliação da carreira com outras ocupações, sendo dispensável o deslocamento até um campus pra assistir às aulas  — que você pode acompanhar por meio dos mais diversos dispositivos, como smartphones, desktops e tablets.

Afinal, a educação é pra todes e o nosso objetivo maior é descomplicar pra você.

E aí, já está manjando sobre o que é psicodiagnóstico e quer saber mais sobre o nosso curso de pós-graduação em Avaliação Psicológica e Psicodiagnóstico?

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