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Não deixe que a Dialética se torne um drama! Vem ver como pode ser fácil usá-la na redação!

A dialética não precisa ser uma novela das oito! Vem cá aprender tudo com esta lista que vai salvar sua redação e garantir sua nota 1000!

A palavra dialética está diretamente relacionada à aptidão para falar de dualidades, contradições. Isso quer dizer que, quando somos dialéticos, dialogamos com elementos opostos que contrastam determinados pontos de vistas sobre certo tema ou assunto. Para isso, podemos dividir esse processo lógico em 3 partes.

 

1. Tese: a protagonista

Não seja como Sócrates que só sabia que nada sabia, entenda que a tese é o seu ponto de vista a ser exposto na introdução da dissertação argumentativa. É o posicionamento tomado após a leitura e entendimento do tema. A partir dela, será construída a sua argumentação que mostrará ao leitor que a sua opinião sobre o tema é baseada em situações ou argumentos sólidos. Portanto, a tese é a protagonista da sua redação.

Exemplo: A nossa classe política é corrupta ou, ao menos, omissa em relação à corrupção. Não haverá renovação nos quadros políticos que altere esta realidade. Os herdeiros continuarão as atividades dos seus padrinhos.

2. Antítese: a antagonista

Todo herói tem que enfrentar um vilão. Todo Batman precisa do seu Coringa. Afinal, o vilão serve para contrastar e exaltar as características positivas do herói, não é mesmo? Na dissertação argumentativa, acontece o mesmo com a antítese. Ela coloca em xeque a tese, contrastando e/ou apresentando outro lado para a abordagem do tema. Se bem utilizada, pode ajudar a tese a se tornar melhor fundamentada.

Exemplo: É possível renovar a classe política através do voto e do apoio àqueles que são contra a corrupção e a favor da reforma política no Brasil.

3. Síntese: o nascimento de uma nova tese

Depois de contrastar tese e antítese, o sujeito chega a uma síntese ou resumo sobre o que foi discutido. Entendemos que esse processo é contínuo, ou seja, uma síntese vira uma nova tese que é contestada por uma nova antítese e assim sucessivamente. Para Hegel (filósofo que aprimorou este conceito) esse processo só chega ao fim quando o sujeito alcança um pleno entendimento de si mesmo.

Exemplo: Os eleitores precisam compreender a importância de seu voto e o poder de mudança que ele carrega. Somente assim, é possível fazer com que a corrupção seja combatida e a Democracia respeitada.