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Resumão #12hNerds de Literatura: Romantismo, Modernismo e mais!

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Na prova de literatura, dois movimentos literários sempre caem:

Romantismo

Quando se fala em Brasil hoje, pensa-se logo em carnaval e futebol. Mas, antigamente, em relação à construção da identidade nacional brasileira, fazia-se associação ao índio, pois era o que chamava atenção no estrangeiro. Além disso, remetia-se à natureza também. O índio era idealizado e muitas vezes distante de sua real cultura, pois tinha influências europeias (ou seja, era europeizado). O Romantismo se divide em três gerações:

  • 1ª – Nacionalismo: nessa fase, há a valorização do índio e da natureza, o que contribuía para a construção da identidade nacional.
  • 2ª – Ultrarromântica/Mal do século: na segunda metade do século XIX, a poesia tinha caráter mórbido e melancólico. A idealização da primeira geração se choca com a realidade e causa o pessimismo. Para aliviá-lo, a morte era solução para os problemas.
  • 3ª – Condoreirismo/ Poesia social: nessa fase, os autores tinham postura engajada e o principal poeta foi Castro Alves. O autor se voltava para o negro, ou seja, voltava-se para o abolicionismo.

Modernismo

O ano que marca essa escola literária é 1922, devido ao acontecimento da Semana de Arte Moderna. Esse ano foi um marco, pois era o centenário da Proclamação da República. 

Com forte influência das vanguardas europeias, as obras tinham caráter inovador. Havia a preocupação de buscar a independência cultural e, para isso, os modernistas promoveram um mergulho na nossa cultura (folclore, língua). Eles negavam tudo o que já tinha vindo antes, e isso ficou claro com a seguinte frase de Oswald de Andrade: “Nós não sabemos o que queremos, só sabemos o que não queremos”.

  • Na 1ª fase: houve a destruição dos modelos tradicionais (parnasianismo).
  • Na 2ª fase: houve a construção da “nova arte”.
  • Na 3ª fase: houve um aprofundamento das conquistas anteriores que teve como consequência a pluraridade de estilos.

O Simbolismo também tem aparecido muito no ENEM. Por ser um movimento carregado de subjetividade, é normal que os autores usem figuras de linguagem. As mais usadas em suas obras são, por exemplo, a sinestesia (os sentidos estão aguçados) e a aliteração.

Ao se deparar com um texto machadiano, é preciso estar muito atento às críticas que o autor faz, através de seus narradores, a partir da ironia. Ele faz muitas críticas à sociedade de sua época.

Funções da Linguagem

Em relação a isso, deve-se lembrar das funções da linguagem. No Romantismo, como o “eu” está no centro da obra, usa-se muito pronomes de primeira pessoa, o que evidencia o emissor de um texto e a função emotiva.

Outra função que cai muito é conativa/apelativa, com a função de persuadir.

A função referencial coloca a informação em destaque (ou seja, o que é dito).

A função poética está muito presente nos poemas e também na prosa (ou seja, como é dito).

A função metalinguística trata do código.

A função fática tem como destaque o canal.

Gêneros textuais

  • Informativo/jornalístico: é marcado pela objetividade.
  • Publicitário: tem como intenção convencer e persuadir o leitor.
  • Injuntivo: elementos técnicos e manuais de instrução.
  • Crônica: o autor pode apresentar seu ponto de vista, é um texto de curta extensão.