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A importância de escritoras na literatura e no vestibular

A força literária feminina

Olá, Galera! Tudo bem?!

Estou de volta ao Desconversa para darmos continuidade as nossas conversas sobre assuntos importantes para o seu desempenho nos vestibulares. No último post, vimos, de forma objetiva, as mudanças ocorridas na nossa ortografia. Você acompanharam? Caso vocês tenham alguma dúvida, ou se deparem por aí com alguma palavra “estranha”, é só comentar.

Pegando carona com a eleição da presidenta (é assim que ela gosta de ser chamada) Dilma Rousseff, vamos falar, então, da força feminina na literatura brasileira. Em meio a tantos nomes importantes, podemos destacar uma grande cronista, romancista, militante do PCB, enfim, uma escritora fez uma contribuição brilhante para a nossa literatura:

Rachel de Queiroz

Primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, em 1977, escreveu, entre muitas obras, os romances O Quinze e Memorial de Maria Moura, que virou minissérie na Rede Globo, lembra? Inseridas no romance regionalista de 30, as obras de Rachel retratam principalmente:

– a seca;

– a fome;

– a migração;

Fique atento, pois, além dessas questões sociais, a literatura de Rachel enfatizam questões psicológica como pressão das forças das gerações e a aceitação do seu próprio destino diante de uma realidade dura. Essa escritora está muito viva na literatura, sobretudo por ter sido comemorado seu centenário de nascimento ano passado. Então, vestibulandos, deem uma olhada em alguns textos dessa mulher imortal. A preguiça falou mais alto diante de textos longos, sem problemas, comecem pelas crônicas!

Ficou curioso para saber mais sobre Rachel de Queiroz ?!Aqui está um artigo sobre ela!

Até mais!