Yoda está desmaiado: é possível aprender Segundo Reinado no Brasil com a ajuda de Star Wars!
Essa lista vai te ensinar tudo sobre Segundo Reinado com a ajuda de Star Wars. Venha ver a união de Jedi e Sith que vai fazer você gabaritar o vestibular!


Maio é o mês de Star Wars! Isso por que no dia 4 de Maio é celebrado o Star Wars Day, criado justamente para os fãs da épica sequência. O que acontece é que na verdade o universo de Star Wars pode te explicar muito bem o ínicio do Segundo Reinado do Império brasileiro. D. Pedro II governou durante 49 anos, e saiu do poder para dar lugar a República no dia 15 de Novembro de 1889, porém seu reinado pode ser dividido em 3 Etapas: de 1840 até 1850, o consolidação; de 1850 até 1870, o auge e de 1870 até 1889, a decadência. Vamos ver através desses 4 passos como a Força pode te ajudar a estudar o início do 2º Reinado, um período bastante complexo politicamente.
1. O jovem padawan
Após a renúncia de D. Pedro I e seu retorno para Portugal devido a um crise sucessória, o filho do Imperador, D. Pedro II, não pôde assumir o trono brasileiro por ser muito pequeno. Começava, portanto, o Período Regencial, período que foi governado por regentes e teve suas fases divididas em Regência Trina, e posteriormente, Regência Una. Devido a uma série de convulsões sociais que ficariam conhecidas como as rebeliões regenciais (Farroupilha, Sabinada, Balaiada, Cabanagem e Revolta dos Malês), os regentes, apoiados pela classe mais conservadora desejaram a volta do Império, antecipando a maioridade de D. Pedro II para os 15 anos de idade. Este episódio ficou conhecido como “Golpe da Maioridade”


“Eu quero aprender os caminhos para alcançar a Força e me tornar um Jedi como meu Pai”
2. D. Pedro II traz equilíbrio pra Força
Durante o período das regências, a formação do partido liberal e do partido conservador foi importante o surgimento das principais disputas políticas daquele momento. Se de um lado, os liberais reivindicavam a ampliação da autonomia dos governos provinciais, do outro, os conservadores eram favoráveis à manutenção da estrutura política centralizada nas mãos do imperador. O jovem imperador, ao assumir através do Golpe da Maioridade, tentou acabar com essas disputas interna criando o Ministério da Conciliação. Assim, ao invés de defender um único grupo, o imperador buscou privilegiar as duas facções políticas e, ao mesmo tempo, consolidar uma imagem política imparcial para si.


Agora, com D. Pedro II no poder e com o Ministério da Conciliação criado, conservadores e liberais ficariam em equilíbrio.
3. O lado negro de D. Pedro II
Porém não demorou muito para D. Pedro ser seduzido pelo lado negro da força. Apesar de ter criado o Ministério da Conciliação com o intuito de minimizar as disputas políticas internas entre liberais e conservadores, o modelo de governo adotado por D. Pedro II mergulhava novamente o Brasil em uma era de centralização. Apesar de defender o parlamentarismo, o modelo parlamentar brasileiro foi implementado às avessas, ou seja, ao invés do parlamento controlar o poder de D. Pedro II, era o imperador que controlava o legislativo ao ser favor.


D. Pedro II começou a tender para o lado conservador (lado negro da força)
4. O Império de Darth Pedro e a Guerra do Paraguai
A primeira fase do Segundo Reinado representa a consolidação, ou seja, a luta de D. Pedro II para conquistar a estabilidade política e econômica no seu Império. O período do auge, ou seja, quando D. Pedro II conquistou muitos feitos em seu governo, além da estabilidade política, termina com a Guerra do Paraguai. O conflito entre paraguaios e brasileiros, apoiados por argentinos e uruguaios, foi a demonstração da hegemonia do Brasil na América do Sul. D. Pedro II, através de seu governo centralizado, conseguiu abafar a revolta que pretendia ampliar os domínios territoriais paraguaios na América como também o controle comercial dos rios no Sul do Brasil.


A Guerra do Paraguai foi o conflito mais sangrento que ocorreu na América do Sul e foi o estopim para o desgaste de D. Pedro II


Camila 

