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Aula ao Vivo: Brasil – Ouro, Limites e Revoltas

Hoje a aula será sobre o Brasil – Ouro, Limites e Revoltas com os professores Renato Pellizzari e William Gabriel 😀

Confira o horário da aula aqui no post e não se esqueça de baixar o material de apoio!

tumblr_Blog-320x320px_Willian-e-PellizzariHistória: Brasil – Ouro, Limites e Revoltas
Turma da Manhã: 9:00 às 10:00, com o professor William Gabriel
Turma da Noite: 18:30 às 19:30, com o professor Renato Pellizzari

Faça download do material de apoio! É só clicar aqui embaixo 🙂

Material de Aula ao Vivo
Lista de Exercícios

MATERIAL DE AULA AO VIVO

No Brasil do século 17, a descoberta do ouro nas Minas Gerais deu início a acontecimentos dignos dos melhores (e piores) filmes de bangue-bangue. Traições, mapas de tesouro, ataques indígenas e assassinatos levaram à loucura uma população que jamais seria a mesma
O cinema e a literatura ainda não exploraram o veio, mas o Brasil teve uma corrida do ouro tão dinâmica, vertiginosa e alucinada quanto aquelas que já cansamos de ver nas páginas e nas telas de produções americanas retratando os acontecimentos na Califórnia (em 1849) e no Alasca (em 1875).
Mas a febre do ouro que contagiou o Brasil deu-se dois séculos antes, movimentou fortunas colossais, alterou radicalmente o ambiente natural na região das lavras e dos veios, gerando turbulências, proezas, ganância e morte em intensidade no mínimo igual às de suas famosas congêneres do hemisfério norte.
Mapas das minas, tesouros escondidos, intrigas e traições, marchas árduas em sertões ermos, assassinatos, assaltos e tiroteios em sombrias cidades mineiras de ruas enlameadas, tavernas repletas de sujeitos mal-encarados, atos de bravura – nada faltou à saga mineradora do Brasil. Faltou apenas um Jack London ou um John Ford para contar a história – e transformá-la em mitologia universal.
Nos bancos escolares do Brasil não se vê (e nunca se viu) um só aluno aguardando ansioso o momento de mergulhar nessa aventura febril. A corrida do ouro continua sendo um tema tedioso entre tantos outros.(…)

(fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br)

1.

hist10
As terras brasileiras foram divididas por meio de tratados entre Portugal e Espanha. De acordo com esses tratados, identificados no mapa, conclui-se que
a) Portugal, pelo Tratado de Tordesilhas, detinha o controle da foz do rio Amazonas.
b) o Tratado de Tordesilhas utilizava os rios como limite físico da América portuguesa.
c) o Tratado de Madri reconheceu a expansão portuguesa além da linha de Tordesilhas.
d) Portugal, pelo Tratado de San Ildefonso, perdia territórios na América em relação ao de Tordesilhas.
e) o Tratado de Madri criou a divisão administrativa da América Portuguesa em Vice-Reinos Oriental e Ocidental.

Gabarito

1. C

 

LISTA DE EXERCÍCIOS

1.

HIST1

A igreja de São Francisco (foto), construída em Ouro Preto no século XVIII, é um marco do barroco e da arquitetura brasileira. O contexto histórico que explica a realização dessa obra é criado pelo(a)
a) crise do sistema colonial e eclosão das revoltas regenciais.
b) deslocamento do centro administrativo da Colônia para a cidade de Ouro Preto.
c) exploração econômica das minas de ouro e consolidação da agricultura canavieira.
d) ciclo da mineração e decorrente diversificação do sistema produtivo.
e) distanciamento em relação a autoridade colonial e consequente maior liberdade de expressão.
2. “(…) a aldeia é um espaço escolhido e organizado pelo próprio índio, e ‘o aldeamento é resultado de uma política feita por vontade dos europeus para concentrar comunidades indígenas’.”

(Aldeias que não estão no mapa. Entrevista com a Profa. Dra. Nanci Vieira de Oliveira por Maria Alice Cruz. Jornal da Unicamp. 197, novembro de 2002, p.5.).

A afirmação acima se refere aos aldeamentos missionários e às transformações que eles trouxeram à vida dos indígenas no período colonial da América portuguesa. Os objetivos das missões jesuíticas eram
a) a catequese e a escravidão dos indígenas como mão de obra para a monocultura, o que implicou para os índios a mestiçagem com os escravos negros e a modificação de sistema de trabalho e organização social.
b) a aculturação, a conversão religiosa e a escravização dos indígenas para extração do pau-brasil, o que implicou para os índios a mestiçagem com os brancos europeus e a modificação da sua organização social.
c) a catequese, o isolamento político e cultural dos jesuítas e o controle das áreas de fronteiras com as colônias espanholas, o que implicou para os índios uma grande mortalidade por conta dos confrontos com os espanhóis.
d) a aculturação e a proteção dos indígenas perante os bandeirantes, o que implicou para os índios a conversão religiosa e a formação de clérigos e de noviças para a Companhia de Jesus.
e) a catequese, a proteção dos indígenas e a assimilação dos nativos ao sistema colonial, o que implicou para os índios a modificação de hábitos, crenças religiosas, sistema de trabalho e organização habitacional.

3. Os tropeiros foram figuras decisivas na formação de vilarejos e cidades do Brasil colonial. A palavra tropeiro vem de “tropa” que, no passado, se referia ao conjunto de homens que transportava gado e mercadoria. Por volta do século XVIII, muita coisa era levada de um lugar a outro no lombo de mulas. O tropeirismo acabou associado à atividade mineradora, cujo auge foi a exploração de ouro em Minas Gerais e, mais tarde, em Goiás. A extração de pedras preciosas também atraiu grandes contingentes populacionais para as novas áreas e, por isso, era cada vez mais necessário dispor de alimentos e produtos básicos. A alimentação dos tropeiros era constituída por toucinho, feijão preto, farinha, pimenta-do-reino, café, fubá e coité (um molho de vinagre com fruto cáustico espremido).
Nos pousos, os tropeiros comiam feijão quase sem molho com pedaços de carne de sol e toucinho, que era servido com farofa e couve picada. O feijão tropeiro é um dos pratos típicos da cozinha mineira e recebe esse nome porque era preparado pelos cozinheiros das tropas que conduziam o gado.

Disponível em http://www.tribunadoplanalto.com.br. Acesso em: 27 nov. 2008.

A criação do feijão tropeiro na culinária brasileira está relacionada à
a) atividade comercial exercida pelos homens que trabalhavam nas minas.
b) atividade culinária exercida pelos moradores cozinheiros que viviam nas regiões das minas.
c) atividade mercantil exercida pelos homens que transportavam gado e mercadoria.
d) atividade agropecuária exercida pelos tropeiros que necessitavam dispor de alimentos.
e) atividade mineradora exercida pelos tropeiros no auge da exploração do ouro.

4. Analise o texto e a imagem:

Seus objetivos foram mais abrangentes, não se limitando apenas aos ideais de liberdade e independência. O levante do final do século XVIII propunha mudanças verdadeiramente revolucionárias na estrutura da colônia. Pregava a igualdade de raça e de cor, o fim da escravidão, a abolição de todos os privilégios, podendo ser considerada a primeira tentativa de revolução social brasileira.

Fonte: COSTA & MELO. História do Brasil. São Paulo: Scipione, 1999. p. 118.

HIST2

Assinale a alternativa que contém o nome desse movimento e indica a fonte de uma das principais influências externas por ele recebidas.
a) Guerra dos Mascates – Revolução Inglesa
b) Inconfidência Mineira – Independência dos Estados Unidos
c) Conjuração Baiana – Revolução Francesa
d) Confederação do Equador – Congresso de Viena
e) Revolta dos Malês – Revolução Independentista do Haiti

Gabarito

1. D
2. E
3. C
4. C