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Fenômenos Atmosféricos e Fontes de Energia – Parte 2

Olá, boa noite, meus nerds queridos! :)

Aproveitaram bastante o final de semana? Espero que sim! Agora é a hora de voltar a rotina de estudos para seguir firme e forte na busca por ótimas notas nos vestibulares.

O tema de hoje são os fenômenos atmosféricos e as suas relações com as fontes de energia. Muita atenção, hein? Esse assunto é extremamente importante para qualquer prova de vestibular. Na primeira parte, falamos sobre o efeito estufa e a inversão térmica. Agora, na segunda parte, vamos analisar as ilhas de calor, chuva ácida e a destruição da camada de ozônio.

E aí, preparados? Então, vamos lá! :)

3) Ilhas de Calor:

Ilhas de calor é o nome dado ao fenômeno climático que acontece, principalmente, nas cidades com elevado nível de urbanização. Nessas cidades, a temperatura média tende a ser maior do que nas regiões rurais próximas.

As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, são consideradas como ilhas de calor. Como nessas cidades há grande concentração de asfalto e concreto, elas concentram mais calor, fazendo com que a temperatura fique acima da média em relação aos outros municípios da região. A pouca quantidade de árvores e plantas e o alto índice de poluição atmosférica nessas metrópoles também é responsável por elevar a temperatura fortemente.

A formação e a presença de ilhas de calor no mundo são negativas do ponto de vista ambiental, visto que ajudam na intensificação do aquecimento global.

Visando conter a formação e desenvolvimento dessas ilhas de calor, existem medidas como o plantio de árvores em grande quantidade nas grandes cidades, além métodos para diminuição da poluição do ar, como o controle da emissão de gases poluentes oriundos de veículos e indústrias.

4) Chuva Ácida:

A chuva ácida é um dos maiores problemas ambientais dos países industrializados. É constituída a partir de grande concentração de poluentes químicos que são despejados na atmosfera diariamente. Tais poluentes, com origem principalmente na queima de combustíveis fósseis, formam nuvens, neblinas e até mesmo neve.

A chuva ácida é formada por diversos tipos de ácidos, como, por exemplo, o dióxido de enxofre, e que são resultantes, como já foi dito, do processo de queima de combustíveis fósseis (gasolina, carvão, óleo diesel). Quando caem em forma de chuva (ou neve), tais ácidos acabam provocando danos ao solo, construções históricas, fauna e flora. Tal tipo de chuva pode até provocar um forte descontrole nos ecossistemas, ao exterminar variados tipos de animais e vegetais. Ao poluir rios e outras fontes de água, o fenômeno também acaba prejudicando diretamente a saúde de qualquer ser humano, causando doenças respiratórias, por exemplo.

5) Buraco na Camada de Ozônio:

A principal causa da formação de buracos na camada de ozônio, ou seja, da destruição dessa camada, é a reação química dos CFC’s (clorofluorcarbonos) com o ozônio. Tais CFC’s são encontrados, principalmente, em aerossóis, ar-condicionado, gás de geladeira e solventes. Os CFC’s entram em processo de decomposição na estratosfera, através da participação dos raios ultravioletas, quebrando as ligações do ozônio e exterminando as suas moléculas.

Essa existência de buracos na camada de ozônio é bastante preocupante, visto que a radiação passa a não ser mais absorvida completamente, chegando ao solo e podendo gerar câncer de pele na população, pois os raios ultravioletas são responsáveis por alterar o DNA das células. O buraco na camada de ozônio também apresenta uma pequena relação com o aquecimento global.

Preocupados com a gravidade do problema ambiental provocado por esse fenômeno, órgãos internacionais, governos e instituições ligadas ao meio ambiente começaram a buscar medidas que evitassem o aumento do buraco na camada de ozônio. Os CFC’s foram proibidos em vários países e o seu uso passou a ser menor em outros. Dessa forma, houve uma queda no crescimento do buraco na camada de ozônio.

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E aí, descomplicou? Espero que tenha ajudado! 🙂

Até a próxima! 🙂