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Venha conhecer os 4 modelos atômicos para mandar bem na sua prova!

Bola de bilhar, pudim de passas… o que isso tem a ver com Química? Venha conhecer os 4 modelos atômicos para saber!

Venha conhecer os 4 modelos atômicos para mandar bem na sua prova!

Há muitos anos buscava-se uma explicação para o que poderia constituir a matéria. Pensava-se que o átomo fosse a menor partícula formadora de qualquer matéria. A palavra átomo é de origem grega, derivada de “a + thomos”, que significa “sem divisão”.

Essa definição não corresponde à ideia que se tem hoje. No século V a.C., o filósofo grego Leucipo e seu discípulo Demócrito imaginaram que a matéria não poderia ser infinitamente divisível. Se partida variadas vezes, chegaria-se a uma partícula muito pequena, indivisível e impenetrável, e assim concluíram que toda matéria era constituída por pequenas partículas indivisíveis, os átomos. Essa teoria se manteve por longos anos.  Somente no século XIX, um novo modelo para explicar de que se constituía a matéria foi apresentado.

Entenda as principais diferenças entre os modelos atômicos com um mapa mental explicado em vídeo:

Baixe aqui o mapa mental e revise quando quiser!

Confira agora um resumo completão sobre os quatro tipos de modelos atômicos:

1 – Dalton (1803)

A famosa bola de bilhar ou bola de sinuca, esse “apelido” foi dado ao modelo atômico de Dalton (1766 – 1844) porque ele pensava, como alguns filósofos da Grécia, que o átomo era a menor partícula da matéria, ou seja, que era indivisível e indestrutível. Porém, há uma diferença: o átomo seria esférico – por isso bola de bilhar.

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2 – Thomson (1903)

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Agora você deve estar pensando: esse um pudim deve estar gostoso, mas o que tem a ver com Thomson e a Química?

Bom, o físico britânico Joseph John Thomson (1856 – 1940), estudando o modelo de Dalton, constatou através de experimentos que o átomo era divisível.

Tá, mas e o pudim?

Calma, rapeize! O pudim de passas foi o apelido dado ao modelo de Thomson, porque ele dizia que “seu átomo” tinha elétrons incrustados na superfície, assim como as passas no pudim. Esse pessoal era muito criativo, né?

 

3 – Rutherford (1911)

Esse modelo não tem um apelido tão legal quanto os anteriores. O apelido desse é “modelo planetário”…

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Ficou conhecido assim porque descobriu-se que os elétrons, por sua vez descobertos por Thomson, orbitavam o núcleo, que Rutherford descobriu ser positivo. Nesta metáfora, o núcleo seria o Sol e os elétrons os planetas.

 

4 – Bohr – 1913

O Modelo de Bohr, não tem apelido. Aaaaah!

Porém, é um dos modelos mais utilizados atualmente. Bohr foi aluno de Rutherford e, estudando seu modelo, descobriu que os elétrons orbitavam o núcleo, porém com uma diferença: os elétrons giravam, sem emitir ou absorver energia, em órbitas circulares, as quais ele denominou níveis de energia ou camadas.

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É isso pessoal!

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