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Enfim, a dissertação!

Olá, pessoal!

Terminados os módulos “Descrição” e “Narração“, hoje entramos na terceira – e mais importante – modalidade clássica de organização discursiva: a dissertação. Digo a mais importante para nós, focados nos vestibulares e concursos, pois esse é o tipo de texto mais pedido, na frente de todos os outros. A dissertação será o nosso foco aqui, e além de dicas, mostrarei várias redações prontas, para vocês se acostumarem com o tipo de escrita e pegarem inspirações e argumentos.

Hoje, quero dedicar o post às características básicas – e essenciais – do texto dissertativo. Dissertar, via de regra, é discorrer sobre um fato ou circunstância, esclarecendo seus pontos principais e, muitas vezes, emitindo um posicionamento ou ponto de vista. Normalmente, aprendemos no colégio que há dois tipos de dissertação: a expositiva e a argumentativa. Enquanto a primeira é uma simples exposição de idéias – e não é bem vista pelas bancas de vestibulares – a segunda é uma defesa de uma idéia com o uso de argumentos. Essa sim é a preferida das bancas, pois nela conseguimos mostrar nosso senso crítico. E é nela que vamos focar! Lembrem-se sempre de que o objetivo principal de uma dissertação argumentativa é o convencimento do leitor. Para isso, temos que usar argumentos fortes e bem embasados.

Quanto à estrutura, usamos aquela que é a mais indicada, a chamada “ortodoxa”: 5 parágrafos no total, sendo 1 introdução, 2 ou 3 parágrafos de desenvolvimento (ou parágrafos de argumentação), e 1 conclusão. Em breve, falarei de cada um deles.

A linguagem é sempre impessoal, prezando a adequação à norma culta e aos índices de formalidade. Lembrem-se: vocês não são “amigos” do corretor, mas também não precisam tratá-lo com o maior decoro do mundo. Evitem tanto a linguagem rebuscada quanto o uso de gírias. Ou seja, sejam formais, sem exageros.

No próximo post, começarei a falar sobre o planejamento da redação, algo que é tão importante quanto o próprio ato da escrita. Ensinarei a interpretar corretamente o tema proposto, ou seja, “entender” o que está sendo pedido. Não percam!

Até lá!