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DESVENDANDO OS MISTÉRIOS DA CONCLUSÃO

Olá, pessoal!

Chegamos, então, à última parte do texto dissertativo-argumentativo: a conclusão. Aqui, temos que ter muito cuidado para não “relaxarmos”, o que pode comprometer este parágrafo, que é a cereja do bolo!

Hoje quero falar sobre um lugar-comum da conclusão: muitas pessoas aprendem e pensam que uma proposta de soluções é obrigatória em dissertações. Isso é uma falácia! Com exceção do ENEM, que exige a proposta de intervenções na problemática do tema, quase nenhuma banca encara isso como uma obrigatoriedade. É claro que é sempre interessante se mostrar preocupado e disposto a ajudar nos problemas sociais, pois isso mostra cidadania e comprometimento social e é visto com bons olhos pela banca, mas caso isso não esteja explícito no edital ou na prova, não se preocupe se “der um branco” na hora da prova e você não conseguir pensar em saídas, ok?

Além disso, é preciso dar um tom conclusivo, ou seja, mostrar para o leitor que o seu texto está chegando no fim. Sendo assim, não se esqueça de empregar conectivos conclusivos no fim do parágrafo, como “Portanto”, “Dessa maneira”, “Dessa forma”, “Assim”…

No próximo post, voltarei com algumas estratégias conclusivas pra vocês!

Até lá!