• Aumentar Fonte
  • Diminuir Fonte
  • Trocar contraste

7 coisas sobre métodos contraceptivos que você não pensa na hora da paquera

Aqui vão algumas dicas sobre prevenção para quando “aquela” situação chega, e que valem para o vestibular e para a vida!

 

1. Leia a bula!

Antes de usar qualquer método contraceptivo, você tem que saber utilizá-lo da maneira certa! Caso contrário, ele pode não fazer efeito, e pode até trazer problemas no futuro!

 

“Nem li”

Vai por mim, você não vai ficar feliz assim se você não se prevenir corretamente…

 

2. Não sabe o que usar? Temos várias opções!

Os métodos contraceptivos tem como principal objetivo evitar a gravidez, mas alguns, como por exemplo a camisinha, também nos protege de doenças sexualmente transmissíveis (DTS). Os mais comuns são as camisinhas masculina e feminina, DIU (dispositivo intrauterino), contracepção por hormônios (injetável ou oral), espermicida, cirurgias e a abstinência.

 

“O que é isso? Uma pele de cobra?”

Relaxa que já vamos explicar como funciona cada um!

 

3. Não quer correr nenhum risco? Então não faça…

Isso mesmo: um dos métodos contraceptivos é a abstinência. Mas calma, não é pra não fazer nunca! Nesse método, as relações sexuais são interrompidas durante o período fértil da mulher (geralmente 14 dias antes da menstruação), então para que ele funcione, a mulher tem que saber direitinho quando começa e quando termina a menstruação. Mas o ciclo pode variar de mês para mês, então é preciso que se fique de olho em outras coisas que indicam esse período fértil (temperatura corporal, que pode aumento da secreção vaginal).

 

Mas esse método de contar os dias não é muito eficaz… Também, olha que dificuldade pra contar as datas!

 

4. Hormônios pra que te quero

A mais comum é a pílula anticoncepcional, que é uma mistura dos hormônios estrogênio e progesterona, que inibem o aumento do LH, responsável pela ovulação. Também pode-se injetar esses hormônios (a cada mês ou de 3 em 3 meses, dependendo da dose), ou ainda usar um adesivo transdérmico (libera os hormônios na pele, deve ser trocado semanalmente).

 

MAS NÃO DEIXE DE IR NO MÉDICO!! Apesar de ser bem eficaz, não são todas as mulheres que podem tomar esses hormônios extras.

 

5. Dois em um!
A camisinha (tanto feminina quanto masculina), se usadas corretamente, além de evitarem a gravidez, pois retém o esperma ejaculado, também te protegem de DST. A masculina é feita de borracha, e se coloca quando o pênis está ereto. Já a feminina é feita de um plástico macio e flexível, e deve ser encaixada na vagina.

walking-condom

 

 

6. Só para elas

O DIU é uma peça de plástico que se encaixa no útero, e ele é colocado e retirado por um médico. Possui uma das partes revestidas por cobre, que destroem os espermatozoides, e alguns ainda liberam hormônios sintéticos. É um método seguro, mas pode fazer com que as mulheres sintam cólicas, dores e sangramentos. O diafragma também serve para bloquear a passagem dos espermatozoides, mas é menos eficiente que o DIU por ser mais fácil de sair da posição (que deve ficar na entrada do útero).

 

Não parece ser tão confortável usar um desses… Mas só de pensar em cólicas já da calafrios!

 

7. Para acabar com o problema de vez… Esteriliza!

A esterilização feminina é a ligação tubária, onde a tuba uterina é cortada e a ligação entre o útero-ovário desfeita. A masculina e chamada de vasectomia, e nela os ductos deferentes são cortados, e o sêmen continua a ser produzido, porém sem os espermatozoides.

 

Pois é, com esse método você está livre de preocupações quando o assunto é engravidar, mas cuidado! Ainda deve se proteger contra as DST’s!

E agora, nada melhor que uma aula do mestre Oda pra terminar seus estudos sobre métodos contraceptivos.

Até a próxima!