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Atualidades: Crise Hídrica

Muitos sistemas urbanos precisam ocorrer em interface com o meio ambiente e seus recursos naturais. O abastecimento de água para o consumo humano e o abastecimento de energia elétrica, em um país dependente da força das águas para a geração de megawatts, são dois exemplos desses sistemas de interface. Se os níveis de água das bacias hidrográficas ficam abaixo do esperado para os meses de recarga hídrica, uma crise hídrica pode se instalar, gerando uma crise, encarecimento e insegurança no sistema de abastecimento de água e energia elétrica.

Selecionamos quatro notícias sobre a Crise Hídrica, de três veículos diferentes, para você ter uma visão geral sobre o assunto (e mais ampla para o seu vestibular):

1. El País

Alertas ignorados, seca e eleições: a receita ideal para o desastre hídrico

“… Em julho daquele ano, com as chuvas também abaixo do esperado, o secretario de Recursos Hídricos, Antônio Carlos de Mendes Thame, já reconhecia, em uma entrevista a Folha de São Paulo a possibilidade um colapso no Cantareira, que operava com 32% da sua capacidade – hoje beira 5% usando a segunda cota de volume morto. Na época, a Sabesp também tentou minimizar a crise e orientou os funcionários para desviar a atenção do Sistema, que hoje abastece 14,5 milhões na Grande São Paulo e em 62 cidades do interior do Estado…”

Leia o artigo na íntegra: Alertas ignorados, seca e eleições: a receita ideal para o desastre hídrico

 

2. Carta Capital

Há risco de racionamento de água e energia?

“…Os governos federal e de São Paulo afirmam que, apesar do cenário difícil, não haverá racionamento de água e energia neste ano. Todos trabalham, porém, com margens mínimas de segurança. No caso do setor elétrico, seria preciso chegar ao fim de abril com no mínimo 30% de capacidade armazenada nos reservatórios dos sistemas Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste. Historicamente, o nível recua cerca de 20 pontos porcentuais no período seco. Na terça-feira 24, as duas áreas, responsáveis por 88% da capacidade de armazenamento do Sistema Interligado Nacional, estavam com 26,8% e 21,8% do nível máximo, respectivamente, menos do que em março de 2014, quando o sistema Sudeste/Centro-Oeste estava com 36% e o do Nordeste, com 41,5%, porcentuais inferiores à média histórica, em torno de 70%…”

Leia a notícia na íntegra: Há risco de racionamento de água e energia?

3. BBC Brasil

A agricultura é vilã ou vítima na crise hídrica?

“Cerca de 72% da água captada no país vai para a produção agrícola, o que está em linha com a média de 70% no mundo, segundo a ANA (Agência Nacional de Águas). Mas esse consumo envolve diversas variáveis e, segundo especialistas consultados pela BBC Brasil, ainda há desperdício significativo no setor e muito o que fazer para economizar água.

Os analistas concordam em uma coisa: o Brasil tem água o bastante para todos, mas precisa aprender a geri-la de forma mais eficiente e combater os desperdícios…”

Leia o artigo na íntegra: A agricultura é vilã ou vítima na crise hídrica?

4. Veja

Em oito questões, entenda a crise da água em São Paulo

“Desde o dia 12 de julho a água que escorre pela torneira das cerca de 9 milhões de pessoas abastecidas pelo Sistema Cantareira na capital e Região Metropolitana de São Paulo é a do chamado volume morto reserva represada abaixo do nível das comportas da Sabesp. Pelos cálculos mais pessimistas, todo o estoque do volume morto deve acabar em outubro. Até lá, o governo de São Paulo espera que as chuvas voltem a cair no manancial, normalizando os reservatórios. Desta forma, afirma a Sabesp, o abastecimento de água na Grande São Paulo estaria garantido até meados de março de 2015. Contar com a chuva, contudo, pode ser uma estratégia arriscada. Especialistas ouvidos pelo site de VEJA afirmam que medidas contra a crise deveriam ter sido tomadas enquanto havia maior volume de água disponível – e que a possibilidade de faltar água em São Paulo é real. A seguir, oito questões para entender por que a situação chegou a tal ponto.”

Leia o artigo na íntegra: Em oito questões, entenda a crise da água em São Paulo