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Abolição da Escravatura no Brasil – Segunda Parte

Boa noite, meus nerds queridos! :)

O nosso tão amado final de semana acabou e mais uma semana cheia de estudos vem vindo. Vamos manter o ritmo porque já estamos em agosto, ou seja, já é reta final!

O nosso tema de hoje é a Abolição da Escravatura no Brasil. Na primeira parte estudamos o contexto histórico do período da escravidão e as características da mesma no Brasil. Nessa segunda parte, falaremos, de fato, sobre o fim da escravidão no território brasileiro.

E aí, preparados? Vamos lá! :)

– Fim da Escravidão no Brasil:

Na segunda metade do século XIX se instaurou o movimento abolicionista, que defendia o fim da escravidão no Brasil. Joaquim Nabuco foi um dos principais abolicionistas do período.

A região sul do Brasil começou a empregar trabalhadores assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros. Já na região norte, as usinas produtoras de açúcar substituíram os primitivos engenhos, o que possibilitou a redução do uso dos escravos. Já nos principais centros urbanos, era enorme a necessidade do desenvolvimento de indústrias. Buscando não gerar prejuízos financeiros aos proprietários rurais, o governo brasileiro, pressionado pelo Reino Unido, foi alcançando seus desejos cautelosamente.

A primeira parte do processo ocorre em 1850, quando aconteceu a extinção do tráfico de escravos no Brasil. Cerca de vinte anos mais tarde, foi promulgada a Lei do Ventre-Livre, responsável por tornar livres os filhos de escravos que nascessem a partir da decretação da mesma. Já em 1885, foi promulgada a Lei dos Sexagenários, visando beneficiar os negros com mais de 65 anos de idade. Mas foi somente em 1888, através da Lei Áurea, que a liberdade total e definitiva finalmente foi alcançada pelos negros brasileiros. Tal lei, assinada pela Princesa Isabel, aboliu de uma vez por todas a escravidão no nosso país.

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E aí, galera, descomplicou? Espero ter ajudado! 🙂

Até a próxima e bons estudos! 🙂