Estudar matemática pode ser muito divertido quando colocamos música no meio. Duvida?

10/10/2014 Camila Paula

Quem toca algum instrumento provavelmente já sabe que as notas musicais são classificadas e divididas pelo tempo em que elas devem ser seguradas e pelo seu compasso, sua repartição, na música.

Música nerd, yeah!

Por isso, cada símbolo daqueles que a gente conhece de notas músicas indica o tempo em que aquela nota deve ser executada. E a gente sabe que quanto maior for o denominador de uma fração, menor é o número, então mais rápido vai ser o intervalo dessa nota!

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Quanto mais “detalhes” a nota tiver, mais rápida ela é!

E dá onde vem as notas conhecidas “dó”, “ré”, “mi” etc? Elas vem da posição dessas notas acima nas linhas da partitura.

 

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Se muda a posição na linha, muda a nota!

E como escrever isso, na prática, em uma partitura? Vamos ver um exemplo, a tão famosa cantiga “Ciranda Cirandinha”:

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A fração 24 no ínicio indica que cada grupo de notas deve somar 24. Ou seja, após 24 seria uma “pausa”. Se você cantar a música aí, baixinho, vai ver que essa pausa é bem onde está marcado o grupo, tá vendo? Agora some as notas e veja: dá 24!

Outro detalhe que dá pra perceber pela imagem das notas é que existe mais de uma nota “dó” ou “ré”, por exemplo. Já tinha percebido isso?

Pois é, e cada uma das notas iguais são separados pelo dobro da frequência da outra. Ou seja, vão ser “mais rápidos” do que o outro, e o de maior frequência sempre vai ser mais agudo.

Ser separado pelo dobro… Isso te lembra alguma coisa? Sim, PG! Progressão Geométrica de razão 2!

Nunca pensou que a música e a matemática tinham tanto em comum, né? Lembre-se disso da próxima vez que for tocar seu violão! 😉

Ou guitarra! Yeah!

Camila Paula

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