Mapa Mental: JK

20/07/2016 Larissa Coelho

Dê uma olhada nesse mapa mental sobre JK e saiba por onde começar a estudar:

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A chamada República Democrática no Brasil consiste no período de 1946 (com o fim do Estado Novo de Vargas) até 1964 (com o golpe civil-militar). Essa república teve início devido à pressão para que Vargas deixasse o poder e convocasse eleições, deixando assim o poder.

  • Governo de Eurico Gaspar Dutra (1946/1951)

Dutra chegou ao poder através das primeiras eleições diretas desde que as mulheres ganharam direito ao voto, ou seja, a primeira com efetiva participação feminina. Ele suspendeu a Constituição de 1937, do Estado Novo, mas manteve as leis trabalhistas e a nova constituição, de 1946, se aproximando muito da Constituição de 1934. Enfrentou greves de trabalhadores e o crescimento do comunismo, ambos apoiados pelo PCB (Partido Comunista Brasileiro). Num cenário complexo de Guerra Fria se alinha aos EUA e coloca o PCB na ilegalidade, além de romper com o bloco socialista. No mais, ele abriu as importações com o objetivo de modernizar o parque industrial brasileiro, entretanto os brasileiros passaram a importar supérfluos, o que fez com que muitas empresas nacionais falissem. Devido a isso seu “estilo” de governo foi chamado de “entreguismo”.

  • Governo de Getúlio Vargas (1951/1954)

Nesse retorno de Vargas à presidência, ele manteve sua política peculiar, o nacionalismo varguista, tornando a restringir as importações, o que não foi visto com bons olhos num cenário de Guerra Fria. Em 1952 ele criou o BNDE (ainda sem o S, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico), que investiu na indústria, energia e transporte. Em 1953, ele cria a Petrobrás (Slogan: “O petróleo é nosso!”), se negando a dar a exploração do petróleo brasileiro para os norte-americanos, o que também não agradou devido ao contexto. Além disso, o PCB passou a apoiá-lo por suas atitudes nacionalistas, devido ao temor de um novo governo “entreguista”. No dia 5 de Agosto de 1954, ocorre o Atentado a Rua Toneleiros contra Lacerda (principal opositor de Vargas), que acusa o presidente publicamente. Devido a pressões sociais e à acusação de assassinato, Vargas, que disse que “Só morto deixaria o Catete”, comete suicídio: “Serenamente dou um passo para a eternidade e saio da vida para entrar na história” (Carta de Suicídio). Sua morte, segundo historiadores, atrasou em 10 anos o golpe militar, já que o povo foi em massa às ruas chorar a morte de seu “pai”.

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Larissa Coelho

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