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Reitor da USP emite comunicado sobre a situação do campus da USP Leste

Nos últimos meses, os alunos do campus da USP Leste, que abriga a EACH (Escola de Artes, Ciências e Humanidades) têm sofrido para assistir as aulas. O motivo disso: o campus foi interditado após a descoberta de gás metâno e substâncias cancerígenas no terreno que abriga a faculdade. Mesmo depois de a Universidade ter contratado um grupo de pesquisas ambientais para averiguar o problema e este ter constatado que os alunos, por não estarem expostos às substâncias, não sofreriam qualquer tipo de contaminação, o local permaneceu fechado por ordens judiciais.

Campus Leste da Universidade de São Paulo está interditado desde o dia 9 de janeiro (Imagem: SpressoSP)

O reitor da universidade, Marco Antônio Zago, encaminhou uma carta oficial aos alunos, professores e funcionários do campus leste, dizendo que tem se dedicado à resolver a situação. “Desde que fui empossado como reitor, há dois meses, venho trabalhando para atender às exigências técnicas e legais e, dessa maneira, garantir o retorno com segurança ao câmpus, único local onde é possível desenvolver, na plenitude, as atividades de ensino, pesquisa, cultura e extensão da Each [Escola de Artes, Ciências e Humanidades, o câmpus Leste] e do novo curso da Escola Politécnica”, declarou. Como medida previsória, os alunos têm assistido às aulas em salas locadas em outras universidades, como a Unicid (Universidade Cidade de São Paulo) e a Fatec, localizadas na zona leste, e também no campus principal da USP, no Butantã.

Fonte: Estadão.