Embaixadoras falam: Métodos de Estudos para o Enem.

02/04/2020 Comunidades Descomplica

As embaixadoras Ju Muniz e Ju Almeida contam sobre seus métodos de estudos e como o Descomplica pode ajudar a passar no vestibular/Enem

Durante a época do vestibular nos encontramos geralmente perdidos quanto ao gerenciamento de tempo e como lidar com tantas tarefas existentes. O bate papo de hoje tem como objetivo esclarecer algumas dúvidas e ajudar a gerenciar melhor o tempo entre teoria, exercícios e revisão.

Em primeiro lugar é necessário destacar a importância de passar por essas três etapas, que podem ser consideradas os três pilares do aprendizado, sendo essenciais para garantir a memorização da matéria e o aproveitamento total na hora da prova.

Existem diferentes formas de passar por cada um deles, como cada estudante é único o importante é encontrar a forma de estudar mais eficiente para cada um, não tem o método correto, tem o melhor se adapta ao seu ritmo de estudo e por isso é muito bom conhecer diferente métodos.

A teoria vem com forma de aprender, ou reaprender, o que foi passado durante o ensino médio e ela pode ser feita de várias formas, assistindo vídeo aulas, lendo a apostila ou material teórico, produzido resumos e anotações ou um pouco de cada. Enquanto a Ju Muniz gostava de ver vídeo aula e escrever minhas anotações em fichas pautadas, como uma forma de resumo, a Ju Almeida assistia às aulas, fazia anotações e transformava esse conteúdo em mapas mentais ao estudar a disciplina. Esse primeiro contato com a matéria durante a aula já era uma forma de estudar a teoria, e o mapa mental feito depois da aula complementava esse estudo (inclusive facilitando a revisão mais tarde)

Na hora de fazer os exercícios também existem diferentes métodos, a Jú Almeida escolheu priorizar os exercícios, era eficiente pra ela despender mais tempo respondendo questões, como um treinamento do que seria feito na hora da prova, então na hora de programar os estudos e dividir o tempo, os exercícios tinham prioridade.

Pelo método que a Jú Almeida desenvolveu, essa etapa estava atrelada à próxima, a partir do momento em que os exercícios estavam feitos, analisava cada um deles pra saber se realmente sabia a matéria, assim fazia uma revisão focada no que realmente não sabia, usando o mapa mental que havia produzido lá na primeira etapa, durante a teoria, conseguindo revisar de forma mais eficiente.

Além disso, a Jú passou a fazer simulados com mais frequência e ter o resultado como base para revisão, sempre analisando todas as respostas, focando nas que havia acertado no “chute” ou errado.

Já a Ju Muniz passava por essas etapas de forma diferente, fazendo a revisão em outro momento, não durante o bloco de estudo. No início ela usava o aplicativo Partiu Revisar, que agendava revisões de acordo com a curva do esquecimento, porém essa forma fazia com que ela só relesse as fichas pautadas e não treinasse resolvendo questões.

Assim, a Ju resolveu trocar por questões, todo dia antes de começar os estudos ela fazia 25 questões aleatórias, cada dia da semana de seg-sex era uma área do enem, segunda humanas, terça natureza, quarta matemática, quinta linguagens e sexta pegava 5 questões de cada área. Fazendo exercícios e revisando.

Mas como dividir o tempo entre essas 3 coisas no dia a dia? Antes de tudo é preciso analisar o tempo disponível para estudos, se você trabalha ou estuda sua rotina deverá ter algumas adaptações, se você tem o dia todo livre pra estudar é mais fácil administrar isso. A Ju Muniz, durante o ano de cursinho, deixava 2 horas para a matéria que tinha facilidade e 3 para as que tinha dificuldade, dentro desse tempo destinava uma parte para ver as vídeo aulas (normalmente aceleradas para otimizar o tempo), cerca de 30 à 40 min, depois 1 hora para fazer exercícios e, se sobrasse tempo, lia a teoria da apostila, mas não era tinha isso como uma prioridade.
Já a Jú Almeida fez o Descomplica durante o último ano do ensino médio, tendo menos tempo disponível pra estudar em casa. Ela assistia as aulas no colégio e separava 1,5 hora para as matérias que tinha facilidade e 2,5 horas para as que tinha dificuldade, mas como as aulas já haviam sido vistas no colégio, ela usava esse tempo para fazer o mapa mental, passando pela teoria de forma mais rápida, assistindo às aulas gravadas apenas quando tinha dificuldade, e usava cerca de 30 – 45 minutos para resolver exercícios, usando o resto do tempo para analisar as respostas e revisar o que fosse necessário. Além disso, ao organizar o cronograma da semana, a Jú separava um tempo para fazer simulado, analisar as respostas e revisar tudo o que foi errado.

Nos dois métodos, a importância de se fazer as questões como revisão é o ter um diagnóstico. Seja no momento de estudo ou em outro dia, fazer a análise das respostas é essencial… “errei porque não sabia a teoria? porque não lembrava? acertei no chute?” a partir dessas perguntas é possível direcionar a revisão.

Além do mais, é importante ter consciência da quantidade de tempo disponível e trabalhar com metas realistas. Talvez você não tenha 2 horas disponíveis para cada matéria, não tenha tanto tempo assim para estudar, então é necessário fazer adaptações de acordo com sua rotina e seu dia a dia. Também é importante rever o método de estudo durante o ano, analisar a eficiência do que está sendo feito e mudar se necessário.
Esperamos ter ajudado!

Ju Muniz & Ju Almeida

Ju Muniz

Ju Muniz

Ju Torezim

Ju Almeida

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