Tema de Redação: Os impactos da propaganda no Brasil contemporâneo

Tema de Redação: Os impactos da propaganda no Brasil contemporâneo

O Tema de Redação da semana já está liberado! Quer saber qual é? Confira abaixo o tema e a proposta de redação, com a coletânea de textos, para você treinar a sua escrita e garantir uma boa nota do vestibular!

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Vai ficar de fora? Veja o tema Os impactos da propaganda no Brasil contemporâneo

Confira, abaixo, a proposta de redação.


A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Os impactos da propaganda no Brasil contemporâneo, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

TEXTO II

Hoje, para estabelecer um diálogo com o consumidor do século 21, não basta apenas anunciar a mensagem. É necessário falar, ouvir, analisar, atender, aprimorar, encantar e, se preciso for, discutir a relação. Tudo com o intuito de fidelizar um público cada vez mais informado, conectado e colaborativo. É a propaganda de massa sendo substituída pela publicidade da alma. Afinal, como diz aquele velho bordão: “A propaganda é a alma do negócio”. Como criar campanhas e ações de marketing de sucesso neste novo cenário?

“Para ser relevante, a propaganda terá de ser criativa, pertinente e saber destacar os atributos dos produtos e serviços, diferenciando-os pelo posicionamento de suas marcas, alicerçado na missão e nos valores das empresas. O bom e ‘velho’ storytelling, a capacidade dos publicitários de traduzir os valores e os atributos de uma marca em boas histórias será fundamental para a sobrevivência do nosso negócio”, diz Luiz Lara, sócio e CEO da LEW’LARA|TBWA e presidente da Abap.

Disponível em http://revistadaespm.espm.br/.

TEXTO III

Nada, no meio publicitário, é deliberado sem um estudo detalhado. Em 2006, os investimentos publicitários destinados à categoria de produtos infantis foram de R$ 209 milhões. No entanto, a publicidade não se dirige às crianças apenas para vender produtos infantis. Elas são assediadas pelo mercado como eficientes promotoras de vendas de produtos direcionados também aos adultos.

O Ibope Mídia, que anualmente divulga os dados de investimento publicitário no Brasil, constatou que foram movimentados cerca de R$ 112 bilhões em 2013 com publicidade. A televisão permanece a principal mídia utilizada pela publicidade, representando 70% do investimento. Ao cruzar essa informação com o fato de a criança brasileira passar em média cinco horas e 35 minutos por dia assistindo à programação televisiva, é possível imaginar o impacto da publicidade na infância.

No âmbito da alimentação, a publicidade é um fator que estimula a disseminação da maior epidemia infantil da história: a obesidade. A pesquisa Targeting Children With Treats (Alvejando crianças com guloseimas, em livre tradução do inglês) de 2013 aponta que as crianças que já têm sobrepeso aumentam em 134% o consumo de alimentos com altos teores de sódio, gorduras trans e saturadas e açúcar, quando expostas à publicidade destes produtos.

Disponível em http://criancaeconsumo.org.br/consumismo-infantil/. Adaptado.

TEXTO IV

Você pode pensar que o fato de nunca ter clicado – e de não conhecer ninguém que o tenha feito – em uma propaganda no Facebook faz com que eles estejam perdendo tempo (e dinheiro) com a estratégia. Se você acha isso, você não só está errado como, muito provavelmente, é o público-alvo dessas propagandas.

A verdade é que os clicks são o de menos. Você está vendo a propaganda e ela está te influenciando, não importa o quanto você se esforce para ignorá-la. Exatamente como na televisão. Não à toa, especialistas acreditam que o Facebook pode virar a maior mídia do mundo também para fins publicitários.

Para ter certeza que a propaganda em seu site daria certo, Mark Zuckerberg fechou um acordo com uma empresa chamada Datalogix. A parceria funciona assim: a Datalogix tem um banco de dados dinâmico com informações de 100 milhões de consumidores americanos. Quando um americano compra algo no supermercado, ele costuma ter em mãos uma espécie de cartão de fidelidade que oferece descontos. Nesse cartão estão suas principais informações pessoais; assim que você sai da loja, a Datalogix tem seu nome, seu endereço e sua idade de um lado – e tudo que você comprou do outro. A partir do momento que essa informação é passada para uma rede social que, a rigor, é o maior banco de dados do mundo, tudo fica mais fácil. O Facebook não está só aproximando amigos: está aproximando gente que compra as mesmas coisas.

Disponível em http://revistagalileu.globo.com/. Adaptado.

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