Modelo de Redação: A violência escolar no Brasil

Modelo de Redação: A violência escolar no Brasil

Sabe aquele tema de redação que nós indicamos para você na semana 13? Agora, ele virou um modelo de redação aqui no blog. Feito pela monitora Ruth Borges esse modelo vai te inspirar e servir como comparativo com a sua própria redação.

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O bê-á-bá da violência escolar no Brasil

A escola é, sobretudo, um local dedicado completamente à educação dos jovens. Porém, a cada dia tem se tornado, também, um palco de intolerância e violência. Esse não é um problema novo. Há muito tempo essas instituições deixaram de ser portos seguros. O que antes era tratado como uma questão disciplinar, atualmente é vista como delinquência juvenil, chegando próximo à criminalidade. Por isso, é fundamental que os próprios locais de ensino e as famílias dos jovens se façam, intensamente, presentes na vida do aluno.

Em primeiro lugar, é importante destacar de que forma esse tipo de violência se propaga em um meio tão estranho à sua existência. Apesar da proibição, por lei, do uso de celulares em sala de aula, a presença exagerada desses meios nos colégios pode ser um agravador nos atos violentos. Hoje, essa é uma das questões mais polêmicas.

Talvez o aparelho seja um dos maiores disseminadores dos atos de violência escolar no Brasil, já que com ele é possível gravar e propagar brigas, além de incentivar intrigas e rachas dentro de sala, até mesmo na questão do cyberbullying.

Outro fator determinante para a violência nas escolas é a segurança que o aluno sente nesse ambiente. Se identificar com os professores, se sentir amparado e manter boas relações com os colegas é primordial para que isso não ocorra. Muitas vezes, o distanciamento criado entre aquele que dá aula e o que a vê pode alimentar essa agressividade, além da ideia de concorrência, investimento de muitos colégios.

Atualmente, são inúmeros os casos de estudantes violentando seus mestres, seus próprios colegas e até destruindo o patrimônio escolar – seja ele público ou privado -, o que pode ser reflexo direto dessa falta de proximidade entre o aluno e o ambiente em que está – ou deveria estar – inserido.

Torna-se evidente, portanto, que a violência escolar no Brasil, tem causas e consequências graves, sendo necessário que medidas urgentes sejam pensadas a fim de minimizar ou até resolver esse problema. Dessa maneira, para a retração desse cenário, pode-se pensar em uma redefinição das regras do uso de aparelhos celulares em sala, por parte da escola e, também, em uma conversa com os próprios pais.

Além disso, é fundamental a orientação, da família, das instituições e dos próprios alunos, por especialistas em psicologia escolar. A psicopedagogia pode ser utilizada para que os estudantes se sintam à vontade com o diálogo, com a construção de relações de empatia para com seus colegas e com o ambiente em que passam a maior parte do seu tempo. Só assim, revendo regras e debatendo ideias, será possível fazer do ambiente escolar um verdadeiro aprendizado para a vida em sociedade e não um propagador de atitudes violentas.

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